Notícias

Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Dólar Neozelandês: RBNZ eleva juros, mas sinaliza mais altas – BNY

O Banco de Reserva da Nova Zelândia (RBNZ) elevou a taxa básica de juros (OCR) em 25 pontos-base, para 2,50%, em uma tentativa de controlar a inflação. Apesar da alta, o banco central sinalizou que mais aumentos podem ser necessários, dependendo dos dados econômicos futuros. A reabertura parcial do Estreito de Ormuz aliviou pressões inflacionárias ligadas ao petróleo, mas o choque anterior afetou o crescimento da Nova Zelândia no segundo trimestre.


EUA: Expectativas de inflação sobem com alta do petróleo, aponta DBS

O mais recente levantamento do Federal Reserve de Nova York indica um aumento nas expectativas de inflação para os próximos 12 meses, atingindo 3,7%. Apesar da alta do petróleo e dos dados, o mercado precifica com cautela um possível aumento da taxa de juros em setembro, enquanto o consenso aguarda um CPI negativo para junho.



Dólar Canadense: Recuperação Encontra Forte Resistência do USD, Segundo Scotiabank

O Dólar Canadense (CAD) tem se mantido firme diante da volatilidade recente, estendendo sua recuperação mesmo com um Dólar Americano (USD) misto. Estrategistas do Scotiabank observam moderação no sentimento negativo em relação ao CAD e menor custo para proteção contra altas do USD. O par USD/CAD permanece elevado, com resistência chave em 1.4250/00.





Superávit Comercial do Canadá Atinge Máxima de Quatro Anos Impulsionado por Exportações Recordes

O Canadá registrou seu maior superávit comercial em quatro anos em maio, com exportações atingindo um recorde de C$ 77,1 bilhões. O desempenho foi impulsionado por minérios metálicos e minerais não metálicos, apesar da queda nas exportações de energia. Importações menores, especialmente de ouro, também contribuíram para o resultado positivo, que deve impulsionar o crescimento do PIB no segundo trimestre.



Euro: Riscos Políticos, Mas Viés de Baixa – Análise ING

Apesar dos desenvolvimentos políticos na França, incluindo a candidatura de Marine Le Pen em 2027, o ING não vê impacto imediato no Euro. A análise aponta para um viés de baixa para o EUR/USD, com atenção também para a inflação sueca e a dinâmica do EUR/SEK.