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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

CPI preliminar da Alemanha sobe 0,1% em janeiro, com HICP misto

O CPI preliminar da Alemanha registrou alta de 0,1% em janeiro, na comparação mensal, enquanto o HICP apresentou leitura mista. Analistas destacam impactos sazonais, energia e alimentos, com sinais variados para inflação subjacente, influenciando expectativas de política monetária e movimentos de mercados europeus no início do ano no curto prazo.


USD: Potencial de fraqueza prolongada – Nordea

Analistas avaliam que o dólar norte-americano pode permanecer fraco frente a várias moedas nas próximas semanas, diante de juros estáveis, dados fracos dos EUA e sinais de resiliência global. Especialistas destacam volatilidade limitada, com espaço para realizações pontuais e ajustes técnicos que sustentam o movimento de queda no curto prazo.


Fluxos de fundos indicam sentimento misto – TD Securities

Os fluxos de fundos mostram sentimento misto entre investidores, com entradas moderadas em alguns setores e saídas em outros, sinalizando cautela diante de incertezas econômicas. Analistas da TD Securities destacam que a volatilidade recente reduz a confiança, mas permanecem oportunidades seletivas para alocação. No cenário atual, gestores ajustam posições.


Prata despenca com liquidação forçada e recuo do dólar pressiona os preços

Prata recua diante de liquidação forçada e da recuperação do dólar, pressionando os preços. O mercado permanece volátil, com traders ajustando posições e buscando suportes técnicos. Analistas alertam para novas liquidações se os compradores não retomarem o fôlego, enquanto dados macro ajudam a moldar o sentimento do mercado para investidores.


EUR: Perspectiva de crescimento positivo sustenta a estabilidade – BBH

Com base em sinais de recuperação na zona do euro, a BBH aponta que o cenário de crescimento positivo tende a manter a estabilidade econômica e de preços. Investidores devem considerar ganhos moderados, com políticas monetárias estáveis apoiando a confiança e a fluidez nos mercados cambiais em ativos variados globais.


Ouro: Correção agressiva esperada – BNY

Especialistas sugerem que o ouro pode enfrentar uma correção acentuada nas próximas semanas, impulsionada por avanços em política monetária, ganhos de dólar e realização de lucros. Embora haja suporte técnico, sinais de frieza na demanda física aumentam a cautela de investidores buscando proteção de curto prazo em cenários de volatilidade.


Ouro cai com realização de lucros e dólar dos EUA mais forte

O ouro recuou diante de lucros realizados e de um dólar americano mais forte, pressionando o metal precioso. O movimento acompanha ganhos nos rendimentos e expectativas sobre a política do Fed. Investidores avaliam se a tendência de queda pode continuar enquanto os mercados digerem novas sinalizações macroeconômicas e riscos globais.


USD/JPY recua abaixo de 154,00 enquanto Trump confirma Warsh como presidente do Fed

O par USD/JPY recuou abaixo de 154,00 após a notícia de que Trump confirmou Warsh como presidente do Fed, impulsionando variáveis de risco no mercado cambial. Análise aponta que a divulgação pode manter a volatilidade elevada e favorecer movimentos de curto prazo, com investidores ajustando posições antes de novidades econômicas.


CAD: Crescimento estável, mas o USD continua sendo o principal motor – ING

O CAD mantém crescimento estável, beneficiado por dados domésticos moderados e pela percepção de resiliência econômica. Contudo, o USD segue como motor dominante, influenciando cotações e volatilidade. Analistas destacam que movimentos cambiais dependem mais do dólar americano que de fatores puramente canadenses neste momento. Mercados aguardam diretrizes do Fed atuais.


Urgente: Presidente dos EUA Donald Trump nomeia Kevin Warsh para o cargo de presidente do Fed

Notícia de última hora aponta que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicou Kevin Warsh ao cargo de presidente do Federal Reserve. A decisão sinaliza uma orientação conservadora nas políticas de juros, com Warsh conhecido por postura firme. Analistas ponderam impactos potenciais nos mercados, na inflação e na economia.