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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Zloty Polonês: Inflação em Queda Pressiona PLN Contra o Euro – Análise ING

A inflação na Polônia surpreendeu ao cair para 2,5%, o alvo do Banco Nacional da Polônia (NBP). Com cortes de juros já precificados pelo mercado, o zloty pode enfrentar pressão de desvalorização contra o euro. Analistas do ING apontam que o par EUR/PLN testou resistência em 4.300 e pode avançar se o NBP sinalizar flexibilidade para reduzir taxas.


Petróleo WTI Cai Abaixo de US$ 69 com Notícias de Retomada das Negociações EUA-Irã

O preço do petróleo WTI (West Texas Intermediate) atingiu mínimas de quatro meses abaixo de US$ 69. Notícias sobre a retomada de negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã, embora confusas, pressionam o mercado. O Irã afirma que as discussões abordarão o memorando de entendimento, mas o Estreito de Ormuz permanece um ponto de discórdia.



Preço da Prata em Queda: XAG/USD Abaixo de US$ 58 com Aumento dos Juros Americanos

O preço da prata (XAG/USD) recua abaixo de US$ 58, aproximando-se das mínimas do ano, pressionado pela alta nos rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA. Dados econômicos americanos mais fortes do que o esperado reforçam a perspectiva de aperto monetário pelo Federal Reserve, impactando negativamente os metais preciosos.


Dólar Americano: Força Real e Perspectivas do REER – BNY

Geoff Yu, do BNY, argumenta que o Dólar Americano ainda está subvalorizado em termos de Dólar Efetivo Real (REER), apesar de recentes valorizações. Ele aponta para o enfraquecimento do crescimento e inflação na Zona do Euro, contrastando com a dinâmica de preços nos EUA, o que sugere mais valorização para o REER do dólar.


Cobre: Foco no Fed e talks com Irã ditam preços, segundo ING

Metais industriais, com destaque para o cobre, registraram alta com o mercado atento às negociações entre EUA e Irã e aos riscos de navegação. O alumínio, contudo, segue sob pressão. A análise da ING aponta para a dissipação de prêmios geopolíticos e a força do dólar, impulsionado por juros altos nos EUA, como fatores de peso.



S&P 500: A Força das Gigantes de Tecnologia Impulsiona o Mercado, Aponta Deutsche Bank

O S&P 500 encerrou o segundo trimestre com forte alta, impulsionado principalmente pelas ações de tecnologia de grande capitalização, como as “Mag 7” e o índice de semicondutores da Filadélfia. No entanto, o desempenho mais amplo do mercado, medido pelo S&P 500 equal-weighted e pelo Russell 2000, ficou para trás, indicando uma concentração nos ganhos.


Brent: Recuperação da oferta pressiona preços, aponta ING

Analistas do ING observam que o Brent encerrou o segundo trimestre em forte queda, com a precificação de uma recuperação na oferta do Golfo Pérsico e produção recorde nos EUA. Fatores como aumento da confiança de petroleiros na região, fortes exportações americanas e potenciais exportações chinesas de produtos refinados limitam os preços do petróleo, apesar dos riscos geopolíticos.