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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.


América Latina: Brasil diverge de Peru no fluxo de capitais – BNY

Análise da BNY destaca a resiliência da América Latina, com moedas sobrecarregadas e fluxos positivos em ações, mesmo frente ao clima de risco. O Brasil é visto como hedge diversificado de alto rendimento, enquanto o Peru depende de um único commodity, especialmente prata, moldando trajetórias de fluxo distintas aqui hoje.


BoK: Trajetória de inflação mais alta aponta alta de julho — ING

Analista do ING, Min Joo Kang, aponta que o BoK manterá o foco na inflação e na estabilidade financeira, com crescimento resistente e pressões de preços em alta. A previsão indica IPC de 2,5% em março, acima do consenso, sugerindo um aumento de 25pb em julho para conter riscos inflacionários.


Malásia: Crescimento da BNM é revisado para cima e OPR estável sustenta o MYR

Malásia mantém previsão de crescimento de 2026 entre 4,0% e 5,0%, sustentado pela demanda interna. Consumo e investimentos são apoiados por salários, mercado de trabalho fortalececido e apoio governamental. O BNM projeta inflação moderada também e mantém a OPR em 2,75% para 2026, com espaço para cortes se crescer atrasado.


Ouro se aproxima de US$ 4.800 com dólar fraco impulsionando o ouro pelo quarto dia

O ouro avança pela quarta sessão, aproximando-se de US$ 4.800, com o dólar em queda ante expectativas de um desfecho no Oriente Médio. Dados dos EUA fortalecem o movimento, enquanto incertezas geopolíticas mantêm o metal amarelo como refúgio, apesar de pressões de inflação e de política monetária em ambientes voláteis.


China: Perspectiva de crescimento permanece resiliente

Economistas da Standard Chartered projetam que o PIB da China cresça 4,8% no 1º trimestre de 2026, impulsionado por exportações fortes e recuperação de investimentos. A produção industrial permanece resistente, o investimento fixo avança, enquanto o setor imobiliário recua. A inflação deve ceder; crédito desacelera com demanda fraca por empréstimos.


FX Asiático: Tom de risco cauteloso e dúvidas sobre a paz – MUFG

Mercados asiáticos reagiram com cautela, impulsionados por sinais de tranquilidade temporária e alta no petróleo. A leitura é de que a paz durável ainda não chegou, exigindo posicionamento cuidadoso; China pode desempenhar papel diplomático decisivo, enquanto riscos geopolíticos continuam moldando o cenário de FX na região, com volatilidade persistente global.




Índice do Dólar cai enquanto negociações de cessar-fogo com o Irã desfazem o rally de março

O índice do dólar recuou mais de 0,5% nesta quarta-feira, aproximando-se de mínimas da sessão em cerca de 99,30 após abrir próximo de 99,90. O movimento foi de venda constante ao longo do pregão, formando uma sequência de topos mais baixos conforme o debate sobre cessar-fogo ganhou tração. A queda de hoje amplia a quebra de terça-feira acima de 100,00 e já desfaz grande parte do rally de risco de março, vindo dos fundos de janeiro perto de 95,55.