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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Dados de Inflação de Tóquio Reforçam Perspectiva Hawkish do BoJ, Segundo Societe Generale

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de Tóquio em agosto veio em linha com as expectativas, com subsídios energéticos impactando a inflação. A desaceleração na inflação de alimentos e a alta nos serviços, especialmente aluguéis e despesas médicas, sugerem que a pressão subjacente nos preços permanece, apoiando a postura mais rígida do Banco do Japão (BoJ).


Alemanha: Recuperação do crescimento segue moderada, aponta Commerzbank

O Produto Interno Bruto (PIB) alemão surpreendeu positivamente, com expansão trimestral de cerca de 0,35% nos últimos três trimestres, impulsionada principalmente por exportações mais fortes para parceiros da UE. Indicadores apontam para recuperação contínua, mas investimento privado fraco e questões estruturais limitam o crescimento a um patamar moderado.


Canadá: Riscos Econômicos e Pressões Setoriais em Destaque pela RBC

A Royal Bank of Canada (RBC) analisa as crescentes tensões comerciais entre Canadá e EUA. Embora as projeções econômicas gerais permaneçam estáveis, setores específicos, cadeias de suprimentos transfronteiriças e regiões enfrentam pressões significativas devido ao aumento e ampliação das tarifas, impactando principalmente o setor automotivo.


Euro recua com falcões do Fed preparando terreno para discurso de Warsh

O Euro (EUR) opera em leve queda nesta sexta-feira, com investidores cautelosos antes do discurso de Kevin Warsh, presidente do Federal Reserve. A moeda americana (USD) ganha força com a retórica mais dura de alguns dirigentes do Fed sobre a política monetária, em meio a pressões inflacionárias persistentes nos EUA.


Iene recua apesar da inflação em alta; foco se volta para Jackson Hole

Apesar de dados de inflação e emprego no Japão que poderiam sugerir aperto monetário, o iene perde força. Investidores agora direcionam a atenção para o simpósio de Jackson Hole, aguardando discursos de autoridades do Federal Reserve em busca de pistas sobre a política monetária americana.


Fed de Cleveland: “É hora de agir com aumentos de juros”, diz Hammack

Beth Hammack, presidente do Fed de Cleveland, defende a necessidade de aumentos nas taxas de juros para controlar a inflação, que deve fechar o ano em torno de 3%, sem atingir a meta. Ela ressalta a falta de restrição na economia e a importância da credibilidade do Fed.


Dados de Varejo da Hungria: Surpresa Positiva à Vista? Análise ING

A ING projeta que a divulgação final do PIB do 2º trimestre da Hungria confirme um desempenho aquém do esperado, com agricultura e construção pesando. No entanto, os dados preliminares do 3º trimestre, especialmente as vendas de varejo de julho, podem apresentar uma recuperação impulsionada pelo efeito da Copa do Mundo e pela queda nos preços dos combustíveis, indicando um potencial de surpresa positiva.


RBNZ: Caminhada gradual de alta de juros até 2027, aponta TD Securities

TD Securities projeta que o Reserve Bank of New Zealand (RBNZ) aumentará a taxa de juros oficial (OCR) em 25 bps para 2,75% em setembro. A expectativa é de uma trajetória de alta gradual, atingindo 3% até o fim do ano e um pico em torno de 3,30%, com elevações adicionais previstas para dezembro de 2026 e fevereiro de 2027.


Economia canadense surpreende com crescimento de 0,8% no segundo trimestre

A economia do Canadá demonstrou força inesperada, registrando um crescimento de 0,8% no segundo trimestre. Este resultado acelera o ritmo em relação ao trimestre anterior e supera as expectativas, impulsionado por exportações, gastos de consumo e investimentos empresariais. O desempenho mensal em junho também sinaliza otimismo.


BCP: Aumento em Setembro sob risco energético, aponta Nomura

A Nomura projeta que o Banco Central Europeu (BCE) elevará as taxas em 25 pontos base em setembro, para 2,50%, citando a inflação HICP e a resiliência econômica. No entanto, riscos relacionados aos preços de energia, como Brent e TTF, podem influenciar decisões futuras de aperto monetário até dezembro de 2026.