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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Euro: Vigilância do BCE e riscos inflacionários em foco, segundo BNY

O BNY aponta para uma inflação europeia em ascensão, com dados da França e Espanha reforçando preocupações para o Banco Central Europeu (BCE). Membros do Conselho do BCE, Kazaks e Schnabel, demonstram postura hawkish, enfatizando a necessidade de conter pressões persistentes de preços. O mercado pondera a inflação elevada frente a um crescimento ainda frágil.


Real Brasileiro: Pesquisas Eleitorais e Carry Trade Sustentam o BRL – Análise ING

O Real Brasileiro (BRL) encontra suporte em pesquisas eleitorais que diminuem a vantagem do Presidente Lula para apenas um ponto percentual sobre Flavio Bolsonaro. Combinado com um cenário favorável para o carry trade, com yields implícitos de 12%, o BRL mostra potencial de valorização frente ao forward curve, apesar da volatilidade esperada até as eleições de 4 de outubro.



Terrorismo de Estado: Irã condena novas sanções econômicas dos EUA

O Irã reagiu com veemência às novas medidas econômicas impostas pelos Estados Unidos, classificando-as como “terrorismo de Estado” e um crime internacional. Teerã apelou à comunidade global e à ONU para que intervenham contra as sanções, que considera uma ferramenta cruel para prejudicar a população iraniana e um risco à saúde e ao sustento de milhões.





Dólar Australiano: Bulls desafiam 0.7200 contra o Dólar Americano – UOB

O Dólar Australiano (AUD) registra o terceiro ganho diário consecutivo contra o Dólar Americano (USD), aproximando-se da resistência de 0.7200. Analistas do UOB veem potencial para um breve avanço acima deste nível, embora não sustentado, com alvos de curto prazo em 0.7220 antes de riscos de reversão aumentarem.



Iene em Baixa: O Que um Hambúrguer Barato no Japão Revela Sobre a Moeda?

O Iene Japonês (JPY) parece significativamente subvalorizado em relação ao Dólar, segundo estimativas de paridade do poder de compra e o Índice Big Mac. Apesar de superávits comerciais e em conta corrente robustos, as baixas taxas de juros no Japão continuam a pressionar o JPY, limitando sua força e tornando o hambúrguer mais barato que na China.