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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.


Peso Mexicano recua com Fed elevando o Dólar antes de decisão do Banxico

O Peso Mexicano registrou perdas nesta segunda-feira, pressionado pela recuperação do Dólar Americano após o Federal Reserve sinalizar uma postura mais dura. O mercado aguarda a decisão de política monetária do Banco do México (Banxico), que deve manter as taxas de juros estáveis em 6,50%. Dados de inflação e consumo nos EUA guiarão os próximos movimentos.


Preço do Ouro Sobe com Negociações Irã-EUA Pressionando o Petróleo

O preço do ouro (XAU/USD) registrou ganhos modestos de 0,50% nesta segunda-feira, impulsionado por negociações positivas entre EUA e Irã. A diplomacia reduziu as expectativas de inflação, pressionando o petróleo para baixo e oferecendo um alívio para os riscos de aperto monetário do Federal Reserve. No entanto, as apostas de alta de juros permanecem elevadas.




Malásia: Pressões de Preços e Política Monetária em Destaque – UOB

A inflação na Malásia atingiu 2,0% em maio, o maior patamar desde julho de 2024, impulsionada por alimentos, habitação e transporte. Apesar dos riscos de oferta, o UOB projeta que o Banco Negara Malaysia manterá a taxa de juros em 2,75% até o final de 2026, com foco na moderação da demanda doméstica.


Dow Jones: Alta por Motivos Errados?

O Dow Jones fechou em alta na segunda-feira, mas o desempenho mascarou fraquezas no mercado. A aparente força do índice reflete uma rotação de capital para fora de gigantes da tecnologia, e não um fortalecimento genuíno. O foco agora se volta para os dados de PCE de quinta-feira, um catalisador crucial em meio a um cenário de política monetária restritiva do Federal Reserve.




Moedas Asiáticas: Crescimento Regional vs. Riscos da Fed – Análise MUFG

O MUFG aponta que moedas asiáticas podem se beneficiar de diferenciais de crescimento regional mais fortes ante os EUA, especialmente em economias exportadoras de IA como Coreia do Sul, Taiwan, Malásia e Singapura. A análise considera o impacto de um dólar forte, juros americanos persistentes e a política da Fed sob Kevin Warsh, além do sentimento de risco influenciado pelo petróleo.