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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

USD: Cessar-fogo amplia a fraqueza do dólar, segundo MUFG

Um cessar-fogo entre EUA, Israel e Irã elevou o sentimento de risco e derrubou o Brent, enfraquecendo o dólar. O estudo aponta viés bear para o dólar, reforça a divergência com a política europeia e indica que, se as negociações avançarem, as perdas de curto prazo podem continuar em definitivo.


Canadá: Lições do choque tarifário moldam a política – RBC

Analistas do RBC avaliam como o Canadá enfrentou um ano de choques tarifários dos EUA, mantendo PIB e emprego estáveis, mas com danos setoriais e regionais significativos. Eles destacam dependência do comércio americano, impactos provinciais assimétricos e a necessidade crescente de política fiscal para diversificar exportações e reduzir riscos econômicos.


Dólar: Oscilações impulsionadas pelo Irã apontam para depreciação rasa – OCBC

Analistas da OCBC apontam que movimentos do dólar são puxados principalmente por notícias sobre o Irã, com petróleo e rendimentos reagindo a avanços de cessar-fogo. Uma desescalada poderia sustentar uma depreciação suave do dólar, à medida que menores riscos energéticos favorecem economias fora dos EUA e ativos de risco globais.


Índice do Dólar (DXY) cai para mínimas de um mês e testa a confluência de SMAs

O DXY caiu para as mínimas de um mês, rompendo um canal ascendente e pressionado pela queda nos rendimentos dos Treasuries. A redução da inflação impulsionada pela baixa do petróleo reaviva expectativas de cortes da Fed. Traders reduzem posições longas no dólar diante da menor volatilidade geopolítica e risco reduzido.



Atas do Fed: insights sobre a decisão de manter juros em março e o tom hawkish

As atas do Fed serão divulgadas nesta semana e devem esclarecer como os dirigentes veem a manutenção da política em março. O tom permanece hawkish, com divergências internas sobre cortes e sinais de cautela diante da inflação persistente e de riscos para o crescimento. O foco está no comitê global.


Cobre: de retardatário a potencial destaque de desempenho – Commerzbank

O cobre deixou de ser patinho feio para tornar-se um dos melhores desempenhos, impulsionado pela redução de estoques no LME e um cenário de demanda variável. Vendas de estoques no Panamá e a retomada de minas podem atrasar ganhos no curto prazo, mas a oferta chilena sustenta pressão de alta.


IRGC do Irã: Gestão Proativa do Estreito de Hormuz

O IRGC afirma que o Estreito de Hormuz será gerido com proatividade e inteligência, respondendo com firmeza a ataques dos EUA ou de Israel. A estratégia também prevê apoio contínuo às frentes de resistência no Líbano, Palestina, Iêmen e Iraque, mantendo vigilância e influência em toda a região geopolítica ampla.


USD: Potencial de Queda Impulsionado pelo Alívio – BBH

Mercados reagiram com alívio após a trégua EUA-Irã, empurrando Brent para baixo e elevando ações e títulos. O dólar recuou, com moedas cíclicas ganhando terreno. Se o cessar-fogo permanecer estável, o dólar pode cair até níveis sugeridos pelos diferenciais de juros EUA-G6, antes de a ata do FOMC orientar medidas.


RBNZ mantém a taxa em 2,25% com viés de aperto – BNY

O Banco da Nova Zelândia manteve a taxa de juros oficial em 2,25% e sinalizou possibilidade de aperto futuro, citando um cenário externo mais volátil e pressões inflacionárias de curto prazo. A demanda doméstica fraca e a capacidade ociosa ajudam a conter o repasse, mas o aperto permanece sob avaliação