Visão geral: Analistas da TD Securities afirmam que a inflação ligada à energia, somada a cortes do Fed que demoram a acontecer, mantém o custo de oportunidade de manter ouro alto no curto prazo. A carência de capital proveniente do Oriente Médio também pesa como fator negativo.
Pressões de curto prazo, objetivo de longo prazo
Conforme a normalização de energia e de juros avança e o dólar perde força, o ouro deve retornar a patamares acima de US$ 5.000 no fim de 2026.
Observações: Mesmo com cessar-fogo, ainda é preciso reverter expectativas de inflação, já que os preços de energia, fertilizantes e produtos químicos continuam altos, o que dificulta cortes do Fed em curto prazo.
Isso mantém elevados os custos de oportunidade de investir em metais preciosos. A pouca presença de capital do Oriente Médio no mercado de ouro também atua como catalisador negativo.
Contudo, com a normalização mais ampla de energia e juros se consolidando e o dólar enfraquecendo, há expectativa de que o ouro supere a marca de US$ 5.000 na segunda metade de 2026.