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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

GBP: Corte de juros em março é provável após decisão do BoE, ING

Mercados avaliam possibilidade de cortes na taxa do GBP em março, após a decisão do BoE, com a ING apontando probabilidade de mudança diante de dados de inflação e crescimento. A incerteza impulsiona cautela entre traders, enquanto sinais de política monetária explícitos moldam expectativas para o próximo relatório do mercado


MXN: Postura cautelosa do Banxico, aponta Commerzbank

O peso mexicano (MXN) enfrenta um período de cautela conforme o Banxico sinaliza contenção na política monetária. Commerzbank observa que a missão é equilibrar controle da inflação com volatilidade cambial, destacando contatos cuidadosos com o mercado. Investidores permanecem atentos a sinais de mudança na taxa-chave e nos próximos comunicados oficiais.


GBP: Espera-se Pausa na Força — TD Securities

Analistas da TD Securities indicam que a libra pode manter-se estável nas próximas sessões, com sinais de desaceleração da força frente a dados econômicos mais fracos. Embora haja otimismo limitado, fatores como inflação e decisões do Banco Central Europeu podem sustentar a cautela dos operadores no curto prazo do mercado.


Discurso de Lagarde: Não temos meta de taxa de câmbio

Em seu discurso, Lagarde esclarece que o BCE não projeta nem defina uma meta oficial para a taxa de câmbio. A prioridade é a estabilidade de preços, com comunicação clara sobre política monetária, sinais para mercados e um compromisso com metas de inflação de médio prazo, independentemente de flutuações cambiais.


GBP/JPY cai fortemente com decisão dovish do BoE pressiona a libra esterlina

O par GBP/JPY recuou com rapidez após o Banco da Inglaterra sinalizar postura dovish, restringindo o ímpeto de alta da libra esterlina. Traders reavaliaram perspectivas de juros, levando a vendas adicionais de Iene japonês e a uma liquidez mais fraca no mercado cambial, com impactos nos ativos de risco global.


Discurso de Lagarde: um euro mais forte pode reduzir a inflação mais do que o esperado

O discurso da presidente do BCE, Christine Lagarde, ressalta que um euro mais forte pode acelerar a desaceleração da inflação. Segundo analistas, isso reforça o espaço para ajustes monetários contidos, equilibrando crescimento e preços. A comunicação firme prepara o mercado para decisões cautelosas nos próximos encontros e condições futuras estáveis.


Discurso de Lagarde: a incerteza pode pesar na demanda

Analistas destacam que o discurso de Lagarde ressalta a incerteza como motor da demanda, sugerindo que incertezas políticas e econômicas podem esfriar o consumo e os investimentos. O tom aponta para vigilância monetária ajustada às mudanças no cenário global, com políticas buscadas para sustentar a atividade em anos futuros também.


EUA: Pedidos Iniciais de Seguro-Desemprego sobem para 231 mil na última semana

Dados da semana revelam que os pedidos iniciais de seguro-desemprego nos EUA atingiram 231 mil, com leve alta frente à leitura anterior. Mesmo assim, o mercado de trabalho permanece resiliente, apoiado pela demanda por mão de obra. Analistas destacam sinais mistos sobre salários, consumo e perspectivas econômicas futuras para crescimento.


JPY: Fraqueza persiste apesar de melhorias – Societe Generale

Mercado cambial ainda observa o iene japonês, que permanece fraco apesar de melhorias recentes. Analistas destacam impactos de políticas monetárias, fluxos de capitais e diferenciais de juros entre as grandes economias. A tendência sugere resistência diante de avaliações concorrentes, mantendo certa cautela entre investidores e gestores de risco ainda presentes.


Prata cai mais 17% em meio à volatilidade, segundo a BNY

Prata registra forte recuo de 17% em meio à volatilidade generalizada, sinalizando incerteza nos mercados de metais e em cenários de juros. Analistas destacam pressão de ativos de refúgio, ajustes de carteiras e dólar firme como principais motores da queda, enquanto investidores monitoram próximos níveis técnicos e dados econômicos atuais.