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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Negociador- chefe do Irã Qalibaf: Não confiamos em garantias ou palavras

O negociador- chefe do Irã, Mohammad Baqer Qalibaf, afirmou que o país não confia em garantias ou palavras, destacando que apenas ações concretas são medidas. Ele ressaltou que concessões são obtidas por meio de mísseis, não por diálogo. O dólar mantém estabilidade no índice DXY.



DXY: Dólar pode romper para cima, alerta BBH

Análise da Brown Brothers Harriman indica que o dólar pode romper para cima. O DXY enfrenta pressão de um crescimento resiliente nos EUA e inflação PCE persistente, mesmo com melhora no sentimento de risco por conta de um possível acordo entre EUA e Irã.


Óleo: Excesso de oferta pressiona preços – DBS

O Brent e o WTI caem com a expectativa de oferta abundante do Golfo. O Tesouro dos EUA prevê preços abaixo dos níveis pré-conflito. Negociações com o Irã e o Estreito de Ormuz são incertezas-chave para os mercados de energia.


NZD/USD em alta semanal: RBNZ sinaliza aperto monetário agressivo

O NZD/USD avança para perto de 0,5967, impulsionado por expectativas de política monetária ultrafalcista do RBNZ. A alta semanal chega a 2%, enquanto investidores aguardam aprovação de acordo EUA-Irã. Analistas destacam suporte técnico e pressão inflacionária.




Iene japonês: intervenção limita alta perto de 160, aponta BBH

Brown Brothers Harriman relata que o USD/JPY opera sem direção acima de 159,00 após intervenção recorde do Ministério das Finanças do Japão para conter a cotação perto de 160,00. Preços mais baixos do petróleo podem empurrar a paridade para 155,00, mas ruptura sustentada exigiria postura mais falcão do Banco do Japão.



Dólar da Nova Zelândia testa resistência após tom agressivo do RBNZ – BBH

O dólar neozelandês (NZD) se destaca no mercado, com o NZD/USD se aproximando da resistência em 0,6000. A melhora no sentimento empresarial e a sinalização do RBNZ de que uma alta de 50 pontos base pode estar em jogo em julho impulsionam a moeda, que enfrenta limites devido à lacuna de produção negativa do país.