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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Reino Unido: Ritmo de crescimento desacelera após forte início, aponta Deutsche Bank

Economistas do Deutsche Bank preveem uma leve contração do PIB britânico em julho, após um início de ano robusto. A desaceleração esperada nos setores de serviços e produção, apesar do leve avanço na construção, sugere uma correção natural após um ritmo de crescimento anualizado insustentável. O banco mantém projeções positivas para o ano.


Dólar Americano: Resultado do CPI Guiará os Próximos Passos do Fed, Avalia BBH

O Dólar Americano (USD) pode ter sua trajetória definida pelos próximos dados de inflação. Elias Haddad, do Brown Brothers Harriman (BBH), destaca que o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) e o Índice de Preços ao Produtor (PPI) de agosto serão cruciais para a decisão do Federal Reserve (Fed) e a força da moeda.




EUA: Riscos inflacionários persistem, mas sob controle, aponta TD Securities

O TD Securities projeta que o núcleo do CPI de agosto ficará em 0,19% m/m e 2,3% a/a, com serviços impulsionando ganhos e bens essenciais ligeiramente negativos. O CPI geral deve atingir 0,37% m/m e 3,4% a/a devido ao aumento de energia e alimentos. O banco alerta para riscos de alta.



Ouro: Convencimento do mercado altista se amplia, aponta Societe Generale

Analistas do Societe Generale observam um mercado altista robusto para o ouro em 2026, impulsionado por ETFs, futuros e opções. Fortes entradas em ETFs físicos e posições recordes em futuros por gestores de dinheiro indicam uma convicção crescente e reforçam a perspectiva construtiva para o metal precioso no médio prazo.


Câmbio Asiático: Choque do Petróleo Mantém Tom Cauteloso, Avalia OCBC

Moedas asiáticas ex-Japão (AxJ) iniciam a semana com cautela seletiva após tensões EUA-Irã elevarem Brent acima de US$ 96. O petróleo em alta e os rendimentos dos Treasuries americanos são vistos como ventos contrários para importadores líquidos de energia, apesar do dólar mais fraco e buffers domésticos apoiarem a diferenciação.


Euro: Juros do BCE impulsionam moeda, aponta BBH

O Banco Central Europeu (BCE) deve elevar as taxas de juros em mais 25 bps, atingindo 2,50%, segundo Elias Haddad, do Brown Brothers Harriman (BBH). A inflação acima da meta e um cenário de crescimento mais firme na Zona do Euro dão suporte à decisão. A curva de juros precifica altas para 3,00% em 12 meses, indicando um cenário favorável ao Euro.


Euro se fortalece com dólar em baixa e aguarda decisão do BCE

O Euro (EUR) ganha fôlego frente a um Dólar (USD) mais fraco, impulsionado por dados de crescimento da Zona do Euro. A expectativa de uma alta de 25 bps na taxa de depósito pelo Banco Central Europeu (BCE) na quinta-feira adiciona otimismo, enquanto os mercados aguardam dados de inflação dos EUA.