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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.


Ouro: Caminho do conflito dita o próximo rali – TD Securities

Daniel Ghali, estrategista da TD Securities, analisa o ouro sob a ótica do ‘Hegemon trade’. Segundo ele, a fase atual de defesa cambial na guerra do Irã pressiona o metal. Contudo, um cessar-fogo desfavorável ou o fim dessa defesa pode acelerar a diversificação de reservas, impulsionando o bull market.



CAD: CPI abaixo do esperado mantém tom cauteloso do BoC, afirma TD Securities

A inflação ao consumidor (CPI) do Canadá subiu para 2,4% em março, impulsionada pelo petróleo, mas o núcleo da inflação permaneceu contido. Analistas da TD Securities consideram o dado dovish, alinhado à postura do BoC de ignorar picos temporários, mantendo viés para posições compradas em títulos de 2 anos.


Libra Esterlina: Política e Reprecificação do BoE moldam o cenário – Rabobank

A libra esterlina enfrenta pressão com a instabilidade política no Reino Unido e a revisão das expectativas de juros pelo Bank of England. Segundo o Rabobank, a força anterior do GBP, impulsionada por apostas em altas de taxas, está se dissipando diante de incertezas eleitorais e volatilidade inflacionária.


Trump vê possibilidade de acordo com o Irã, mas mantém pressão militar

O presidente Donald Trump afirmou que os EUA estão em posição privilegiada para negociar um novo acordo com o Irã, destacando o sucesso do bloqueio econômico. Apesar do otimismo diplomático, Trump alertou que a opção militar continua sobre a mesa caso as conversas não avancem conforme o esperado.



Petróleo: Otimismo do mercado subestima riscos de oferta, afirma ING

Analistas do ING alertam que o mercado de petróleo está excessivamente otimista quanto às negociações entre EUA e Irã. Mesmo com possíveis acordos, as interrupções no Estreito de Ormuz e a necessidade de recomposição de estoques sugerem um piso de preço mais elevado para a commodity em 2026.


Ações: Recuperação do risco e foco no setor de tecnologia da Ásia – BNY

Bob Savage, do BNY, destaca que o apetite por risco está retornando às ações, embora as alocações em Taiwan e Coreia do Sul ainda estejam longe da reversão à média. Mercados desenvolvidos superam emergentes na recuperação, enquanto o fluxo global monitora a normalização do setor de tecnologia asiático.