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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.



Banco da Inglaterra: Caminho de política monetária estável, segundo Deutsche Bank

O Deutsche Bank avalia a última decisão do Banco da Inglaterra (BoE), que manteve a taxa básica de juros em 3,75%. Apesar de uma divisão mais aparente no Comitê de Política Monetária (MPC), há um consenso crescente para manter as taxas inalteradas por mais tempo, com cortes esperados apenas no próximo ano.


Reino Unido: O que esperar da taxa de juros do BoE diante dos riscos inflacionários?

O Banco da Inglaterra (BoE) manteve a Bank Rate em 3,75%, mas com divisão na votação. A queda acentuada nos preços de energia sugere que a inflação pode atingir um pico abaixo das projeções. No entanto, riscos de alta e efeitos de segunda ordem mantêm o Comitê de Política Monetária (MPC) cauteloso. O RaboResearch agora prevê que não haverá mais aumentos de juros em 2024.




Euro em Risco: Bancos Centrais Europeus Ignoram ECB e Favorecem Dólar Forte

O Euro (EUR) enfrenta pressão devido a um Banco Central Europeu (BCE) isolado em sua política de alta de juros, perspectivas de crescimento regionais fracas e um Dólar Americano (USD) que se fortalece com os diferenciais de taxas. Analistas alertam para ventos contrários à moeda única, com riscos de desvalorização.


Coroa Norueguesa: Perspectivas de alta em agosto aumentam, segundo Nomura

Economistas da Nomura indicam que o Norges Bank manteve a taxa de juros em 4,25% em junho, mas sinalizou uma postura mais agressiva e um caminho de taxas mais elevado. A expectativa agora é de um aumento de 25 pontos base para 4,50% no terceiro trimestre, possivelmente em agosto, com alívio gradual projetado a partir de 2027.


Dólar Canadense: Análise aponta viés de consolidação no curto prazo

O National Bank of Canada (NBC) avalia o par USD/CAD, destacando níveis de suporte e resistência cruciais. A análise sugere que o par deve permanecer em um intervalo de negociação no curto prazo, a menos que dados econômicos surpreendam. Movimentos decisivos dependerão de rompimentos significativos desses níveis.