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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.



Ouro recua abaixo de US$ 4.550 com expectativas de alta de juros do Fed em alta

O ouro (XAU/USD) recuou para cerca de US$ 4.535 na sessão asiática inicial de segunda-feira. A metal precioso permanece defensivo com as preocupações inflacionárias reforçando apostas em taxas de juros mais altas. Trump pressiona o Irã, enquanto o mercado precifica menos cortes de juros nos EUA.




Taiwan: Exportações de tecnologia mantêm crescimento forte – ING

Analistas do ING veem a demanda externa de Taiwan como motor de crescimento, liderada por exportações de tecnologia. Pedidos de exportação devem permanecer muito fortes, com preços de produtos de alta tecnologia sustentando valores, embora aumentem custos de importação e temperem o impacto na balança comercial.


Singapura: NODX mantém alta impulsionada pelo ciclo de IA – DBS

Economistas do DBS preveem crescimento de 11,5% nas exportações não petrolíferas de Singapura em abril de 2026, o oitavo mês consecutivo de alta. A eletrônica impulsionada pela demanda global por IA compensa riscos na área de petroquímicos.


Previsão para a semana: mercados miram PMIs e eventos de bancos centrais

O DXY alcança novos máximos semanais impulsionado por dados econômicos dos EUA. O foco agora está nos PMIs e nos eventos dos bancos centrais, com destaque para reuniões do Fed, BoE e ECB. O petróleo WTI permanece acima de US$101,30 e o ouro enfrenta pressão com a alta dos rendimentos do Tesouro.


Choque energético no Japão eleva inflação mais que o PIB, aponta ING

A ING projeta que o Japão mantenha crescimento estável no primeiro trimestre, com o PIB subindo 0,3% em relação ao trimestre anterior. No entanto, o choque energético deve impactar mais a inflação, que deve chegar a 1,8% em abril, impulsionada por subsídios que amenizam pressões de preços mais amplas.


Dólar forte contém otimismo comandado pelo yuan: análise OCBC

Estrategista da OCBC afirma que a força do dólar e dos juros dos EUA limitam o avanço das moedas asiáticas, apesar da otimismo com as negociações EUA-China. O yuan se destaca, mas a valorização regional permanece contida e seletiva.