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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.



China: Atividade em Desaceleração e Taxa LPR Inalterada – Análise ING

Dados de julho da China devem indicar persistência de momentum fraco, com recuperação modesta e vendas no varejo em 1.7% a/a. Investimento em Ativo Fixo deve contrair, enquanto Produção Industrial se mantém firme. Taxas LPR devem permanecer estáveis, apesar do estímulo fiscal do Politburo.


Reino Unido: Riscos de inflação aumentam, aponta TD Securities

O TD Securities prevê que a inflação ao consumidor (CPI) no Reino Unido suba para 2,9% em julho, impulsionada principalmente pelo ajuste no teto de preços de energia da Ofgem. Embora a inflação de serviços deva desacelerar, riscos em alimentos, passagens aéreas e bens essenciais podem desafiar a tendência recente de desinflação.


Fed: Mercado de trabalho aquecido sugere mais altas de juros, aponta Nordea

Analistas da Nordea preveem que o Federal Reserve implementará mais três aumentos na taxa de juros nos próximos trimestres. A força do mercado de trabalho, a oferta restrita de mão de obra e a inflação de serviços em alta são os principais impulsionadores dessa projeção, que visa trazer a inflação de volta à meta.


Petróleo: Riscos energéticos divergentes moldam o cenário, segundo Commerzbank

O Commerzbank analisa como os preços do petróleo e do gás natural europeu reagem de forma distinta aos riscos de suprimento no Oriente Médio. Enquanto o Brent é impulsionado por rotas alternativas, o gás permanece restrito. Dados de produção industrial da China serão cruciais para avaliar o processamento de petróleo.


Japão: PIB estável e inflação perto da meta do BoJ, aponta ING

O Produto Interno Bruto (PIB) do Japão deve permanecer estável no segundo trimestre, segundo o consenso de mercado. A inflação, impulsionada por pressões de importação, deve retornar à meta de 2% do Banco do Japão (BoJ), com o consumo privado como principal motor de crescimento.




Ouro: Pausa do Fed Sustenta Demanda Sistemática, Aponta TD Securities

Analistas da TD Securities observam que a posição líquida comprada em ouro por CTAs está se fortalecendo, impulsionada pela demanda discricionária. A expectativa de que o Federal Reserve mantenha as taxas de juros inalteradas deve sustentar o metal precioso na faixa superior, com gatilhos de CTA limitando mudanças de posição.