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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

USD: Recuperação diminui com venda renovada – MUFG

Analista da MUFG aponta recuo rápido do dólar após recuperação inicial, com sinais de desaceleração devido a negociações EUA–Irã. Moedas escandinavas e de commodities lideram ganhos, enquanto o dólar e o iene perdem fôlego, e o petróleo volta a ficar abaixo de US$100 por barril, impulsionando mercados globais em risco.


GBP/JPY estende alta e atinge máximas de 2008, com petróleo em alta pressionando o iene

GBP/JPY voltou a avançar, atingindo a maior cotação desde 2008, impulsionado por óleo elevado e melhora no humor dos mercados. Tensões no estreito de Hormuz sustentam o diferencial entre as moedas, enquanto indicadores técnicos apontam continuidade da alta, com resistência em 217-220 e suporte próximo a 213 no curto prazo.


Região do Golfo: Resiliência ao choque e perspectivas de investimento – BNP Paribas

Observando as economias do Golfo, o especialista aponta como o choque ligado ao conflito está sendo absorvido. Exportações de petróleo enfrentam interrupções no Estreito de Ormuz, com Bahrain, Kuwait e Qatar entre os mais impactados; Arábia Saudita e Emirados Unidos colhem parte dos ganhos com preços mais elevados. Fundos soberanos robustos ajudam a manter a viabilidade macro, mesmo com desejo por investimentos estrangeiros contidos.


TRY: Risco de Depreciação da Lira Aumenta Rápido Após Uso Intenso de FX – Commerzbank

Especialista da Commerzbank aponta que o USD/TRY acelera rumo a 45,00 pontos, com cenário externo piorando e choque de preços de energia prolongado; dependência de intervenções em câmbio esvaziou reservas, enquanto entradas de capital caíram e o déficit em conta corrente se ampliou, elevando o risco fiscal e aumentando incertezas.


Alemanha: colchão fiscal limitado para choque de energia, segundo Deutsche Bank

O pacote de alívio fiscal alemão, avaliado como modesto, não deve sustentar significativamente o crescimento ou reduzir a inflação de forma expressiva. Apesar das medidas, o impacto líquido permanece reduzido devido a impostos sobre lucros extraordinários e ao teto temporário de energia, sugerindo necessidade de desaceleração econômica maior ainda insuficiente.


Banxico: Corte no início de maio e caminho cauteloso – Rabobank

Analistas do Rabobank prevêem mais um corte de 25 pontos-base em maio, elevando a taxa para 6,50% até o fim do ano. O cenário para o crescimento mexicano é de downside, com inflação pressionada por choques transitórios. O risco principal é não haver cortes adicionais, mantendo a trajetória de normalização.


Inflação anual do PPI nos EUA sobe para 4% em março, abaixo do esperado de 4,6%

Nova leitura do PPI mostra inflação de produtores nos EUA chegando a 4% ao ano em março, abaixo da previsão de 4,6%. O avanço mensal ficou em 0,5%, mantendo o ritmo de fevereiro. A leitura excluindo alimentos e energia marcou 3,8% e reforça visões sobre a pressão de preços para investidores e mercados globais.


Mudança no Emprego ADP: média móvel de 4 semanas sobe para 39 mil

Dados do ADP indicam que as empresas privadas dos EUA criaram uma média de 39 mil vagas por semana nas quatro semanas até 28 de março, sinalizando recuperação do mercado de trabalho. O resultado sugere aceleração recente, mas ainda resta dúvida sobre se esse impulso é temporário ou sustentável aqui.


USD: Desescalada das negociações limita o rebote – ING

Analistas do ING destacam que o repique do dólar recuou ante a possibilidade de desescalar tensões EUA-Irã e a queda do petróleo. O otimismo elevadíssimo restringe quedas imediatas, a menos que novas escaladas ocorram. Um cessar-fogo definitivo poderia levar o DXY a níveis próximos aos pré-conflito, abaixo de 98,0, estáveis.