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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Bessent diz que o Fed deve esperar Warsh antes de cortar as taxas agora

Scott Bessent afirmou que acredita na queda gradual da inflação subjacente nos EUA, mesmo com conflitos no Irã, e pediu ao Federal Reserve para reduzir as taxas. Ele defende que Warsh lidere o próximo ciclo de flexibilização e afirma a necessidade de avaliar o impacto regional antes de agir agora.



Greene do BoE: Efeitos de Segunda Rodada

Megan Greene, membro externo do comitê de política monetária do Banco da Inglaterra, destacou que a atividade econômica britânica já era fraca antes da guerra no Irã e que o conflito tende a aumentar a inflação. Ela aponta para potenciais efeitos de segunda rodada que devem levar meses para aparecer.


GBP/USD: viés de alta com resistência limitada, aponta o Scotiabank

O par GBP/USD opera com viés de alta, impulsionado pela demanda por dívida do Reino Unido e por sinais de que o Banco da Inglaterra pode permanecer ativo. Apesar de resistências próximas, analistas observam compras acima de 1,35 e expectativa de teste das máximas de fevereiro, próximo a 1,37 hoje.





FX Asiático: aperto da MAS e pontos de estrangulamento estratégicos – Rabobank

Analistas do Rabobank apontam que a MAS endureceu a política cambial em Singapura devido à crise energética, mesmo com PIB fraco, ante a possibilidade de inflação de núcleo. O relatório destaca a importância estratégica do Estreito de Malaca e a relação entre Indonésia, Rússia e EUA para o FX asiático.


China: Queda do superávit comercial eleva riscos de crescimento, segundo ING

A março mostrou um superávit comercial de US$ 51,1 bilhões, de 13 meses no menor nível, com exportações em recuo e importações em alta, impulsionadas por tecnologia. Preços de energia mais altos devem elevar as importações, reduzindo a participação líquida das exportações e criando pressão sobre o crescimento no 1T26.


CEE FX: Hungria favorecida, Romênia e República Tcheca em espera – ING

Na região CEE, a inflação permanece elevada, com Romênia acima de 10% e a Hungria recebendo impulso. A CNB deve manter a política estável na República Tcheca, enquanto o EUR/HUF oscilará entre 355 e 360. A ING mantém visão otimista para a Hungria, com foco em inflação e câmbio global.