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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Iene Japonês recua de máximas e aponta para 161.00

O par USD/JPY recuou para 161.07 nesta segunda-feira, afastando-se das máximas recentes perto de 161.90. Traders permanecem atentos a possíveis intervenções do Japão, com o iene testando níveis próximos a máximas de quatro décadas. O foco agora se volta para o índice PCE dos EUA, que pode influenciar a política monetária do Fed.


Fed mantém postura ‘hawkish’ até 2027, aponta TD Securities

A TD Securities sinaliza uma mudança de postura do Federal Reserve (Fed), com projeções indicando que as taxas de juros permanecerão elevadas até 2027. O Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) foca em riscos inflacionários, com analistas vendo um patamar mais alto para cortes e maior probabilidade de elevações futuras.



Dólar Canadense: Inflação impulsionada pela energia, aponta RBC

A inflação no Canadá atingiu 3,2% em maio, com a energia como principal motor. Apesar da alta, as medidas de inflação subjacente permanecem próximas à meta de 2% do Banco do Canadá (BoC), indicando pressões de preços contidas fora dos itens mais voláteis. O RBC destaca o risco de repasse dos preços do petróleo.



Euro Ganha Força Contra o Dólar com Divergência de Política Monetária, Avalia Rabobank

A divergência entre as políticas monetárias do Federal Reserve (Fed) e do Banco Central Europeu (BCE) está impulsionando o euro contra o dólar. Enquanto o Fed mantém as taxas, o BCE retoma o aperto monetário. Essa dinâmica, porém, enfrenta ventos contrários do crescimento mais fraco na Zona do Euro e vulnerabilidade energética.


Libra Esterlina: Vulnerável ao Dólar, Aponta Societe Generale

Analistas do Societe Generale indicam que a Libra Esterlina (GBP) pode enfrentar vulnerabilidade frente ao Dólar. Apesar da instabilidade política no Reino Unido, a fraqueza da moeda tem sido modesta. No entanto, a inflação e o balanço de pagamentos deixam o GBP exposto, com o foco voltado para a direção do Dólar após decisões do FOMC e dados de inflação.


Lagarde (BCE): “Ainda não há evidências” de desancoragem inflacionária que justifique ação mais forte

Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu (BCE), afirmou que os formuladores de políticas ainda não observam sinais de que o recente choque inflacionário exija uma resposta mais agressiva. Apesar das incertezas geopolíticas, ela indicou que não há “evidências ainda de desancoragem ou efeitos de segunda ordem” que justifiquem uma postura monetária mais contundente.



Petróleo: Conversas de cessar-fogo amenizam riscos, aponta BNY

Avanços nas negociações entre EUA e Irã e um acordo de cessar-fogo para o Líbano têm contribuído para que os mercados de petróleo precifiquem uma desescalada mais duradoura. Geoff Yu, do BNY, acredita que essa estabilidade pode ancorar as expectativas de inflação e influenciar decisões de política monetária, mesmo com interrupções no Estreito de Ormuz.