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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Bostic do Fed: Corte de 0,25 ponto ainda é provável neste ano

Analistas veem apenas um corte de 0,25 ponto na taxa de juros ainda neste ano, sinaliza a cautela sobre o consumo e a resposta das empresas às tarifas. A expectativa é de política não excessivamente restritiva, com incertezas sobre o impacto do comércio e a evolução do mercado de trabalho.


Pedidos de fábrica dos EUA em julho caem 1,3% frente à expectativa de -1,4%

Resumo: Pedidos de fábrica nos EUA em julho caíram 1,3% frente à expectativa de recuo de 1,4%. O dado anterior indicou queda de 4,8%. Ainda assim, houve sinais de resistência: pedidos de bens duráveis sem transporte, e de capital não destinado à defesa, subiram, indicando demanda moderada e continuidade parcial.


Aberturas de vagas JOLTS nos EUA em julho: 7,181 milhões contra 7,378 milhões esperadas

Em julho, as aberturas de empregos nos EUA, segundo o JOLTS, ficaram em 7,181 milhões, abaixo das expectativas de 7,378 milhões. A leitura anterior foi de 7,44 milhões, o que indica uma queda em relação ao mês anterior. O cenário sugere que empresas estão moderando contratações diante das condições econômicas atuais em meio a incertezas.



Bailey do BoE: aumentam dúvidas sobre a velocidade dos cortes de juros

O governador Andrew Bailey sinalizou que a direção de juros deve seguir em baixa, mas há muito mais dúvidas sobre a velocidade dos cortes. Enquanto os riscos para a inflação aumentam, os impactos sobre empregos são uma preocupação maior que a dos pares. Mesmo assim, o mercado parece ter entendido.


Taylor do BoE: Estamos mais próximos de uma aterrissagem suave

Analistas destacam sinal de arrefecimento da inflação, com a economia britânica se aproximando de uma aterrissagem suave; as autoridades avaliam cuidadosamente a política monetária nos próximos meses, mantendo restritividade quando necessário, para evitar atrasos e preservar a credibilidade, enquanto o momento permanece fragilidade e incerteza no cenário externo global atual.


Greene do BoE: Alguns sinais de que o processo desinflacionário está desacelerando

Greene afirmou que votou pela manutenção da taxa, citando risco de inflação persistente e menor risco de demanda fraca. Expectativas de inflação continuam elevadas, com notícias centradas nos preços de alimentos. O painel de decisão mostra sensibilidade maior das empresas à inflação, e há sinais de desinflacionação que parecem desacelerar.


Tomadores de decisão do Bank of England destacam divergências na política monetária

O Banco da Inglaterra destaca divergências entre membros do MPC sobre o caminho da política monetária, com projeções de cortes menores, riscos de inflação acima da meta e preocupações com a folga na atividade econômica, refletindo uma abordagem cuidadosa diante de sinais mistos de estabilidade no curto prazo, com cautela.


Risco de tarifas pode manter a inflação persistente, diz dirigente da Fed

Um dirigente da Fed de St. Louis alertou sobre o risco de tarifas elevarem a inflação de forma persistente, destacando que a política monetária precisará equilibrar inflação e emprego, com impactos que devem se desenrolar em trimestres e influenciar o cenário econômico ao longo de 2026, ampliando volatilidade nos mercados.


Musalem do Fed: A política restritiva atual está no caminho certo, segundo os dados

Um tom firme persiste: o Fed precisa equilibrar inflação e empregos, enquanto tarifas podem reacender pressões inflacionárias. A projeção é de inflação próxima a 2% na segunda metade de 2026, com o mercado de trabalho perto do pleno emprego. O risco de choques tarifários persiste, exigindo vigilância e política cautelosa.