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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Ouro: Recuperação testa zona de resistência crucial, segundo o Société Générale

Analistas do Société Générale observam que o Ouro defendeu o suporte em US$ 3.930/3.885, ligado ao mínimo de novembro de 2025, e apresentou forte recuperação. O metal se aproxima de uma linha de tendência de baixa perto de US$ 4.300, mas o banco não vê sinais claros de um grande rali ainda, com a confluência das médias móveis de 50 e 200 dias em US$ 4.380/4.480 como obstáculo chave.


Dólar Canadense: Estabilidade no Emprego Favorece Pausa do BoC, Avalia Wells Fargo

O mercado de trabalho canadense mostra sinais de estabilização após um forte salto em maio. Apesar de um crescimento anual inferior a 1%, os ganhos concentram-se em empregos de tempo integral. Wells Fargo acredita que a taxa de desemprego deve permanecer entre 6,5% e 7,1%, justificando a manutenção da política monetária pelo Banco do Canadá (BoC).




Iene Japonês: Dados de Emprego Mais Fracos Impulsionam a Moeda, Segundo Commerzbank

Dados de emprego nos EUA abaixo do esperado e a redução nas expectativas de alta de juros pelo Federal Reserve pesaram sobre o dólar, favorecendo o iene japonês. O par USD/JPY registrou queda expressiva, refletindo o cenário de possíveis intervenções cambiais e a precificação de um aperto monetário menor.



Peso Mexicano: Desinflação mantém o Banxico em compasso de espera, aponta Wells Fargo

O Wells Fargo Economics prevê que o IPC de junho no México confirmará uma desinflação gradual. Embora a inflação cheia e subjacente devam ceder, os preços de serviços permanecem resilientes. O banco central mexicano (Banxico) deve manter a taxa básica de juros em 6,50% até o fim de 2027, com riscos apontando para cortes caso o crescimento decepcione.



Euro: Alta perde força abaixo de 1.16 frente ao Dólar, aponta ING

O analista Francesco Pesole, do ING, observa que a ação de preço do EUR/USD após o relatório de empregos dos EUA revela a falta de um forte viés de alta para o Euro. O mercado duvida de novos aumentos de juros pelo BCE, com inflação mais branda e petróleo baixo pesando nas expectativas.


Dados de Emprego nos EUA: Expectativas do Fed são Reavaliadas pelo MUFG

Dados de emprego mais fracos nos EUA sugerem que o mercado deve reavaliar as políticas do Federal Reserve. O MUFG aponta para um risco maior de cortes de juros em vez de aumentos, com base em tendências de desaceleração nos payrolls, indicadores de sentimento e recuo da inflação. A expectativa é de manutenção da taxa de juros, com espaço para reversão da recente alta do dólar.