O ‘iFlow Carry’ está se assemelhando ao seu auge em 2023. Em junho, destacamos que o ‘iFlow Carry’ havia entrado em território estatisticamente significativo negativo, o que poderia sinalizar uma melhora no apetite por risco. Essa análise foi baseada puramente em fluxos, e continuamos com a visão de que um período de significância positiva, onde os fluxos se alinham com o rendimento, é possível.
Posições neutras criam espaço para a reconstrução do carry. Como as moedas de carry oferecem rendimentos elevados em relação às moedas de financiamento, incluindo o dólar, a postura de suas posições geralmente permanece em significância estatística positiva. O grupo raramente fica neutro por muito tempo, a menos que as condições de risco sejam excepcionais.
Colocar essa visão em prática significa que o carry pode se expandir além do câmbio da América Latina – a única região que manteve posições positivas ao longo do ano. Favorecemos high-yielders seletivos da APAC emergente, onde o alívio da balança de pagamentos fornece suporte para as taxas reais, e usamos a duração da EMEA como a expressão mais clara onde o câmbio permanece restrito.
Os fluxos divergiram entre as regiões. As moedas G10 atraíram fluxos amplos, enquanto o câmbio emergente viu vendas moderadas, lideradas por HUF, ZAR e KRW.


