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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.


Euro: Potencial limitado de alta com divergência de políticas, aponta Nordea

O Nordea Research indica que o EUR/USD terá uma valorização restrita nos próximos meses devido a diferenciais de juros e crescimento relativo. O BCE estaria mais próximo do fim do ciclo de alta que o Fed, enquanto dados da Zona do Euro mostram-se mais fracos que os EUA. A longo prazo, o banco projeta uma modesta recuperação.


Dólar Americano: Postura do Fed e dados sustentam a moeda, aponta Nordea

Analistas do Nordea preveem que o dólar americano permanecerá forte nos próximos meses. A postura relativamente hawkish do Federal Reserve (Fed) e a resiliência dos dados econômicos dos EUA justificam rendimentos mais altos em comparação com outras economias. No entanto, uma depreciação gradual é esperada no médio prazo.


Dados Globais: PMIs Flash e Inflação em Foco – Deutsche Bank

Próxima semana traz foco em dados macroeconômicos globais, com destaque para PMIs Flash e indicadores de inflação. O relatório PCE de maio nos EUA, a pesquisa Ifo na Alemanha, o CPI de Tóquio e os dados de inflação do Canadá e Austrália estarão sob os holofotes dos analistas.


Iene Japonês: Diferenciais de Juros Mantêm Par Elevado, Avalia Nordea

O Nordea projeta que o par USD/JPY permanecerá em patamares elevados devido à persistência dos amplos diferenciais de juros entre EUA e Japão e à postura acomodatícia do Banco do Japão (BoJ). Embora se antecipe uma normalização gradual da política monetária japonesa, ela é vista como insuficiente para enfraquecer significativamente o iene no curto prazo.


Libra Esterlina: Transição política é risco altista para EUR/GBP, segundo ING

A vitória de Andy Burnham em eleição suplementar abre caminho para o cargo de Primeiro-Ministro do Reino Unido. O mercado precifica uma transição até o fim do verão. A ausência de prêmio de risco político na libra sugere que investidores veem pouca disrupção fiscal. O ING mantém visão altista para EUR/GBP, citando ausência de novos aumentos do BoE e riscos fiscais.