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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

ECB: O choque do petróleo complica o caminho – ING

O choque do petróleo aumenta as expectativas de cortes de risco e leva o BCE a considerar ações mais firmes, diante de riscos energéticos longos. Lagarde sinaliza danos na infraestrutura que podem comprometer o abastecimento por anos, fortalecendo a narrativa de medidas monetárias contundentes entre os vencimentos 2y a 10y.



Canadá: Perspectiva de crescimento estável com recuperação parcial – RBC

Economistas do RBC estimam que o PIB do Canadá ficará estável em janeiro, após o ganho de dezembro, com fraquezas em autos e habitação compensadas por energia e varejo. Indicadores apontam recuperação parcial em fevereiro, mantendo o crescimento trimestral próximo das previsões, apesar de riscos de demanda interna e externa.


EUR/USD: Tom suave, base em 1,14 permanece — Scotiabank

Analistas do Scotiabank destacam que o EUR/USD recuou um pouco, ainda sob a força do dólar, enquanto o BCE sinaliza inflação mais controlada e Lagarde enfatiza cautela diante de choques de energia. O cenário técnico aponta tom suave com viés de alta moderada desde 1,14, com 1,1500 como suporte imediato.


Preço da prata sobe com tensões geopolíticas e enfrenta pressão de juros mais altos

O preço da prata recua marginalmente diante de tensões geopolíticas e de expectativas de aperto monetário. A cotação XAG/USD ronda os 68,50 dólares, impulsionada pela demanda de refúgio, mas permanece em tendência lateral. Enquanto o petróleo segue alto, investidores reavaliam o caminho das taxas de juros nas principais economias globais.


USD/MXN: Corte do Banxico deixa o peso exposto – ING

Banxico cortou a taxa em 25 pontos-base, levando a Selic a 6,75% e mantendo previsões de inflação estáveis para 2027. O peso continua vulnerável, com risco de o USD/MXN seguir corrigindo para cima diante de más notícias do Oriente Médio, mesmo diante de sinalizações de retorno à meta de inflação.



USD: Suporte impulsionado por financiamento em meio ao estresse da guerra – BBH

O dólar ganha força à medida que o risco global diminui, com o petróleo em alta, ações e títulos recuando e a demanda por financiamento em dólares aumentando. Um choque energético prolongado pode manter bancos centrais em políticas restritivas e pressionar a dívida pública, beneficiando o USD no curto prazo.



Brent: Risco em Faixa Superior e Temores de Crescimento Global – MUFG

Analistas da MUFG indicam que a pausa de ataques ao setor energético, combinada com gestos iranianos limitados, deve manter o Estreito de Hormuz sob controle. O Brent tende a subir, com um cenário extremo de 120–160 dólares por barril, elevando o risco de novos choques e preocupações com recessão global.