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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Petróleo: Risco Geopolítico Impulsiona Preços, Sinaliza ING

Tensões renovadas no Golfo Pérsico e ataques dos EUA ao Irã reacendem preocupações com a oferta de petróleo. O Brent ultrapassa os US$ 76/barril, enquanto sanções e estoques apertados nos EUA sustentam os mercados de derivados. A revogação de licença para vendas de petróleo iraniano eleva o risco de desdobramentos.



Coroa Tcheca: Viés ‘hawkish’ do CNB sustenta a CZK, aponta Commerzbank

A inflação tcheca caiu para 1,5% em junho, abaixo das previsões do Banco Nacional Tcheco (CNB). Apesar da desaceleração, o banco central mantém um viés ‘hawkish’, focando na inflação subjacente elevada. Analistas do Commerzbank indicam que o mercado ainda precifica um possível aumento de 0,25% na taxa de juros em 2026, favorecendo a Coroa Tcheca (CZK) frente ao Złoty Polonês (PLN).



Dólar Americano: Exposição segue elevada, aponta BNY

Investidores internacionais mantêm posições elevadas em Dólar, impulsionados pela atratividade de ativos americanos com menor hedge cambial. Expectativas em relação ao Federal Reserve e a vantagem de rendimento do Dólar sustentam essa tendência, enquanto a política monetária de outros bancos centrais limita alternativas. No entanto, fluxos sem hedge representam risco cambial.


Dólar Neozelandês: Aumento do RBNZ visto como aperto moderado – MUFG

O Dólar Neozelandês (NZD) mostrou força após o Banco de Reservas da Nova Zelândia (RBNZ) elevar sua taxa de juros em 25 bps para 2,50%. Analistas do MUFG consideram o movimento um aperto monetário moderado, com expectativas de apenas mais duas altas até março de 2027, devido à fragilidade da economia local.


Mercados Acionários: Reação Mista às Tensões EUA-Irã, Segundo Deutsche Bank

Investidores reagem com cautela à escalada das tensões entre EUA e Irã, com mercados asiáticos apresentando desempenho misto. Enquanto alguns índices chineses e o Hang Seng sobem impulsionados por ganhos em tecnologia, outros, como o KOSPI, sofrem quedas acentuadas. Futuros de S&P, Nasdaq e Stoxx permanecem estáveis, refletindo a incerteza.


Ouro: Demanda de Bancos Centrais Sustenta Preços, Aponta ING

Estrategistas do ING destacam que a demanda contínua de bancos centrais, especialmente da China, tem sido um pilar para os preços do ouro. Apesar da volatilidade recente e da expectativa pela ata do FOMC, o metal precioso mantém suporte acima de US$ 4.000/oz, impulsionado pela diversificação de reservas e compras oficiais.