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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

EUR/GBP avança em meio a tensões políticas no Reino Unido e apostas dovish do BoE

EUR/GBP avança diante das incertezas políticas no Reino Unido, com o mercado precificando um tom dovish para o Banco da Inglaterra. Investidores monitoram sinais de política econômica, temendo impactos sobre a libra e o euro. Dados fracos e declarações públicas mantêm a volatilidade, mas o câmbio mostra resistência no tempo.


AUD: Crescimento forte de crédito, porém visão de política permanece inalterada — BNY

Analistas do BNY Mellon destacam que o AUD se sustenta com crédito robusto no mercado australiano, impulsionando consumo e investimentos, enquanto a visão de política monetária permanece estável. Mesmo com volatilidade cambial, o cenário permanece favorável para ativos de renda fixa e ações defensivas. Risco global limitado sustenta confiança contínua.


PIB do Canadá cai 0,6% no quarto trimestre, contrariando expectativa de estabilidade

O PIB do Canadá recuou 0,6% no quarto trimestre, surpreendendo economistas que esperavam variação de 0%. A queda foi puxada pela indústria, construção e comércio, enquanto o consumo enfrentou desafios. Mesmo com esse recuo, o mercado de trabalho mostrou alguma resistência, levando analistas a reavaliarem as perspectivas de política monetária.


USD: Negociação Lateral Persiste Diante de Dados Fracos – BBH

O dólar permanece em negociação de faixa, sem direção clara, diante de dados fracos que elevam a cautela no mercado. Analistas da BBH destacam que o cenário externo sustenta a oscilação, com risco de volatilidade moderada até que indicadores de atividade econômica apresentem sinais mais firmes e confiáveis nos meses.


Inflação anual do PPI nos EUA cai para 2,9% em janeiro, ante 2,6% esperado

Resumo: dados do PPI nos EUA apontam queda para 2,9% em janeiro, diante de 2,6% estimados. O indicador sugere arrefecimento ainda que aguda pressão em setores como bens de consumo e energia persista. Economistas avaliam impactos para política monetária, custos empresariais e ritmo de recuperação. Mercados reavaliam cenários de inflação.


Ouro e prata sobem, enquanto EUA supostamente dizem para funcionários da embaixada em Israel deixarem o país agora

Ontem, ouro e prata reagiram fortemente às discussões geopolíticas, com os mercados buscando abrigo. A súbita orientação dos EUA para funcionários da embaixada em Israel aumentou a aversão a risco. Investidores aguardam novos relatos, enquanto a demanda por metais preciosos se intensifica, sustentando os preços diante da incerteza internacional global.


Ouro: fluxos de refúgio compensam demanda mais fraca da Índia, aponta Commerzbank

Mercado do ouro encara queda na demanda indiana, mas fluxos de refúgio fortalecem a cotação. O Commerzbank aponta que fatores como aversão a risco global e busca por proteção de patrimônio sustenta os preços, apesar de sinais variados na demanda de joias. Incertezas políticas pressionam comércio e inflação recente global.


Revés do Labour na eleição suplementar de Gorton-Denton, Reino Unido – TD Securities

Análise de TD Securities sobre o revés do Labour na eleição suplementar de Gorton-Denton, no Reino Unido. A derrota aponta para mudanças no cenário político local e pressiona o partido a repensar estratégias de crescimento. Especialistas avaliam efeitos de curto e médio prazo para o comitê de campanha e resultados.


EUR/JPY é pressionado pela força do iene e pela inflação alemã mais suave

EUR/JPY recuou diante da força do iene, com a inflação alemã mais suave contribuindo para expectativas de política monetária mais contida no bloco. Os investidores monitoram níveis técnicos e indicadores de inflação para avaliar próximos passos do BCE, buscando sinais de reversão enquanto o risco externo permanece volátil e incerto.


Inflação anual na Alemanha cai para 1,9% em fevereiro, abaixo da previsão de 2%

Dados oficiais mostraram que a inflação anual na Alemanha desacelerou para 1,9% em fevereiro, ficando abaixo da previsão de 2% dos analistas. O resultado aponta menor pressão de preços ao consumidor, com implicações para a política monetária e para as decisões do BCE sobre os próximos passos para o consumidor.