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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.



BoC mantém juros, mas Macklem deixa porta aberta para novos apertos

O Bank of Canada (BoC) manteve a taxa de juros em 2,25%, adotando uma postura de cautela. Embora a economia mostre sinais de desaquecimento, a inflação resiliente e o crescimento salarial persistente impedem um viés dovish, mantendo a possibilidade de novas altas caso os preços de energia continuem elevados.


NZD/USD sob pressão: Cautela do Fed e tensões no Irã impulsionam o dólar

O par NZD/USD opera em queda nesta quarta-feira, pressionado pela aversão ao risco global. Investidores aguardam a decisão de política monetária do Federal Reserve, enquanto as tensões geopolíticas envolvendo o Irã e o Estreito de Ormuz elevam a demanda pelo dólar como ativo de proteção, prejudicando moedas sensíveis ao risco.



WTI dispara para US$ 102 com temores de bloqueio e incertezas na OPEP

O petróleo WTI atingiu a máxima de três semanas, operando próximo a US$ 102. A alta é impulsionada por temores de um bloqueio prolongado no Estreito de Ormuz e pela saída inesperada dos Emirados Árabes Unidos da OPEP, gerando instabilidade no controle da oferta global de energia.


AUD/USD: Postura Hawkish do RBA deve impulsionar ganhos, aponta ING

Analistas do ING preveem que a inflação persistente e a alta nos preços de energia forçarão o Reserve Bank of Australia (RBA) a elevar as taxas de juros em maio. Esse diferencial de juros, somado à resiliência da demanda doméstica, deve sustentar a valorização do par AUD/USD no curto prazo.


Dólar ganha força com dados robustos dos EUA e impasse geopolítico no Irã

O par EUR/USD recuou para a faixa de 1,1684 após dados de Bens Duráveis nos EUA superarem as expectativas, reforçando a resiliência da economia americana. O dólar também encontrou suporte na aversão ao risco gerada pelo impasse diplomático entre EUA e Irã, enquanto investidores aguardam as decisões do Fed e do BCE.


Dólar em xeque: MUFG analisa riscos do Fed e tensões no Oriente Médio

O dólar mantém estabilidade apesar da escalada no Oriente Médio, sustentado pela resiliência das ações nos EUA. No entanto, o MUFG alerta que um tom mais hawkish de Jerome Powell no FOMC, somado à pressão do petróleo, pode impulsionar os yields e favorecer o USD frente ao Euro e Iene.