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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

PBOC fixa a taxa de referência USD/CNY em 6,9088, ante 6,9236 anterior

O Banco Popular da China ajustou a taxa de referência USD/CNY para 6,9088, ligeiramente abaixo de 6,9236, sinalizando leve fortalecimento do yuan frente ao dólar. A decisão destaca vigilância sobre liquidez, políticas monetárias e impactos do comércio global, com analistas observando efeitos sobre importações, exportações e fluxos de capitais internacionais.


Ouro supera US$ 5.300: demanda por refúgio seguro aumenta com o conflito EUA-Irã

Mesmo com sinalização de volatilidade, o ouro ultrapassou US$ 5.300, à medida que o conflito entre EUA e Irã aumenta a demanda por ativos defensivos. Analistas apontam fuga de capitais para metais preciosos e cautela nos mercados, enquanto investidores ajustam portfólios diante de incertezas geopolíticas em diferentes cenários globais hoje.



USD/CNY: Movimentação do PBoC ameniza a apreciação – Commerzbank

O movimento do PBoC freou a valorização do yuan frente ao dólar, segundo analistas da Commerzbank. A autoridade monetária sinalizou medidas para conter ganhos excessivos, segurando volatilidade e oferecendo um ritmo mais estável para o câmbio. Investidores permanecem atentos a novos comunicados e dados econômicos da segunda metade do semestre.


Previsão do preço AUD/JPY: dispara rumo à máxima do ano até agora perto de 112,00

Quase atingindo uma máxima anual, o par AUD/JPY consolida ganhos impulsionados pela força do dólar australiano e pela fraqueza relativa do iene. Analistas apontam rompimento de resistência próximo de 109,50, com provável teste de 112,00, enquanto indicadores técnicos sinalizam cautela marginal após a rápida ascensão recente em bolsa global hoje.



China: Gerenciando a Exposição ao Choque do Petróleo – Societe Generale

Para a China, o choque do petróleo representa um desafio estratégico: alta dependência de importações, volatilidade de preços e impactos na atividade industrial. Este resumo analisa como políticas públicas, ferramentas de hedge e a transição energética moldam a exposição e a resiliência econômica diante de oscilações globais no cenário externo.