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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.


WTI ultrapassa 101,00 dólares com postura de Trump sobre o Irã, alimentando temores de abastecimento

O preço do petróleo WTI subiu mais de 7% após dois dias de queda, negociado próximo de 101,10 dólares por barril durante as negociações europeias desta quinta-feira. O movimento reflete a intensificação das preocupações com o abastecimento, após as declarações do presidente dos EUA sobre o conflito no Oriente Médio não terem convencido o mercado de uma resolução rápida do embate com o Irã.



BoE: Bailey desafia a precificação de aumentos de juros – ING

O governador do BoE, Andrew Bailey, contesta expectativas de aperto agressivo, afirmando que o mercado supervaloriza aumentos de juros. Com maior hiato produtivo e poder de fixação de preços fraco, o cenário aponta para efeitos de segunda rodada limitados, e o EUR/GBP pode oscilar conforme dados que moldem o caminho.



USD/CHF hesita em 0,8000 após dados de inflação da Suíça

O dólar avança frente ao franco suíço nesta quinta, tentando manter terreno após tocar próximos de 0,7900, mas sem confirmar acima de 0,8000, mesmo com inflação suíça mais fraca. O CPI anual de março ficou em 0,3%, enquanto a inflação mensal foi de 0,2%, abaixo do consenso, sinalizando volatilidade cambial.



Alta da inflação nos EUA com choque do petróleo, aponta Commerzbank

Economistas da Commerzbank atuam diante de um choque de petróleo ligado ao conflito no Irã, projetando alta da inflação nos EUA. O IPC de março deve subir 0,9% e chegar a 3,3% ao ano, com o núcleo em 0,3% e 2,7%. A PCE já está elevada. Apesar disso, volatilidade persiste.


Simkus do BCE: Ainda é cedo para dizer o que precisaremos fazer em abril

Em horário de negociação europeu, um membro do BCE afirmou cautela sobre as taxas de juros devido a mudanças na situação, e não foi possível prever ações para a reunião de abril. O mercado não reagiu de forma significativa, com o euro oscilando, refletindo incertezas e ambiente de risco geral.


RBNZ mantém OCR estável em 2,25% na reunião de 8 de abril, aponta pesquisa

Segundo uma pesquisa, todas as 32 economistas esperam que o Banco Central da Nova Zelândia mantenha o OCR em 2,25% na reunião de 8 de abril, com expectativa de alta para 2,50% no fim do ano, dependendo da macroeconomia e do desempenho do emprego, e impactos para o mercado local.