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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.



Alumínio: risco de choque de oferta sustenta os preços – ING

Analistas da ING apontam que interrupções não confirmadas em grandes fundições do Golfo, como EGA e Alba, podem retirar cerca de 3 Mtpa de capacidade, agravando déficits. Oferta chinesa restrita e produção indonésia contida sustentam os fundamentos, com o alumínio no LME registrando alta e curva de futuros em backwardation.


USD: Foco nos dados migra para as folhas de pagamento – Societe Generale

Analistas do Societe Generale observam calendário de dados antes dos salários nos EUA, com rumores de 40 mil vagas contra 60 mil consenso e previsão de 75 mil. Dados do ISM e varejo controlado indicam otimismo para o PIB do 1T, enquanto o Fed mantém o ritmo próximo a 2%.


Preço do Prata Hoje: Prata Cai, Segundo Dados da FXStreet

Em pregão desta quinta, a prata recuou diante de dados da FXStreet, sendo negociada a US$ 71,46 por onça troy, queda de quase 5% em relação ao dia anterior. O desempenho este ano é de leve alta, enquanto a relação Ouro/Prata subiu para 64,77. Mercado observa volatilidade e demanda global.



EUR/GBP: Reprecificação das altas do BoE sustenta ganhos

Mercado revisa prazos do BoE à luz de crescimento fraco e inflação ainda superior, enquanto Bailey sinaliza que aumentos adicionais devem ser contidos. A Commerzbank aponta que a reprecificação de expectativas mantém o EUR/GBP em alta, apesar de menor sensibilidade às mudanças no radar de política monetária no curto prazo.


Panetta do BCE: tensões nos mercados de energia preocupam a estabilidade financeira

Durante o pregão europeu, o BCE advertiu que a crise energética global pode influenciar a estabilidade financeira, elevando a percepção de risco entre investidores e pressionando os títulos de dívida de países com alta vulnerabilidade, especialmente diante de incertezas geopolíticas e volatilidade de commodities. O que alimenta debates sobre inflação.


USD: Tom de risco sustenta o dólar, segundo ING

O dólar recupera fôlego após o retorno do sentimento de aversão a riscos, com o clima geopolítico no Oriente Médio ajudando a sustentar a demanda por moeda norte-americana. Analistas destacam comunicados do Fed e os dados de empregos não agrícolas (NFP) como determinantes para a direção do câmbio em breve.