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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.


Óleo: choque de oferta sustenta riscos de inflação – Rabobank

A visão física do petróleo permanece descolada do otimismo financeiro. Com o Estreito de Hormuz fechado, as reservas não retornam ao nível pré-conflito rapidamente, mantendo pressões inflacionárias para importadores de energia. A oferta restrita sugere riscos contínuos de inflação, dificuldades econômicas e impactos dependentes da composição energética de cada país.



FX Asiático: Exportações Fortes Sustentam Desempenho Seletivo, segundo MUFG

Mercados asiáticos se equilibram diante de um dólar mais fraco, impulsionados por exportações fortes e demanda por IA, com visões distintas entre países. O MUFG mantém preferência por CNY e MYR, ante desempenho menor de INR, VND e PHP, enquanto riscos globais mantêm o cenário volátil e dinâmico para investidores.


ASEAN-6: Caminhos diferenciados de aperto após choque de energia – DBS

Economistas da DBS avaliam como ASEAN-6 e Índia respondem a preços de energia mais altos e pressões inflacionárias; Singapura já apertou via banda SGD NEER; Filipinas e Vietnã podem liderar altas de juros, Indonésia e Malásia ficam no meio, Tailândia e Índia avançam gradualmente, com política fiscal como defesa firme.




Zona do Euro: Riscos de baixa para a indústria aumentam após choque de guerra, segundo ING

Analistas destacam que a produção industrial da Zona do Euro subiu 0,4% em fevereiro, mas permanece abaixo dos níveis de 2025. Preços de energia mais altos e o conflito no Oriente Médio devem continuar pressionando indústrias intensivas em energia e investimentos, reduzindo a probabilidade de recuperação rápida em 2026 inevitável.


EUR/GBP oscila lateralmente enquanto traders avaliam esperanças de acordo com o Irã

EUR/GBP permanece volátil, com os investidores monitorando os desdobramentos no Oriente Médio e a possibilidade de acordo entre EUA e Irã renovando a cautela. Enquanto as esperanças aumentam, o mercado avalia implicações sobre política monetária, petróleo e as apostas de BCE e BoE. Tensões regionais restringem avanços decisivos futuros.


Hammack do Fed: Energia alta pode trazer inflação, mas também frear o crescimento

Em entrevista recente, a presidente do Federal Reserve Bank de Cleveland destacou que o dado mais importante é a elevação e a duração dos preços de energia. Energia mais alta pode impulsionar a inflação, mas também frear o crescimento, enquanto o Fed busca equilíbrio entre juros, balanço e riscos futuros.