Notícias

Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Banco do Canadá deve focar mais no desemprego, sugerem especialistas

Especialistas do National Bank of Canada defendem que o Banco do Canadá inclua projeções explícitas de taxa de desemprego em seu relatório de política monetária. Eles argumentam que isso complementaria indicadores como IPC e PIB, alinhando-se às práticas de outros bancos centrais e melhorando a compreensão do mercado de trabalho.



Dólar sobe como ativo refúgio com tensões geopolíticas e juros em alta – BNY

O dólar americano mantém força em dois meses de alta, impulsionado por fluxos de aversão a risco. Tensões no Oriente Médio e juros do Tesouro dos EUA elevados apoiam a moeda, enquanto outras moedas emergentes perdem força. O caminho do dólar está ligado ao conflito, petróleo e sentimento global de risco.


Iene Japonês não consegue ganhar tração mesmo com o Dólar Americano mais fraco

O Iene Japonês enfrenta dificuldades para se valorizar, mesmo com o Dólar Americano perdendo força. Investidores aguardam decisões de política monetária do Fed e do BoJ para novo direcionamento. Fatores como intervenção japonesa e diferenças de juros entre EUA e Japão mantêm a pressão sobre a moeda.


Rupia Indiana ganha suporte com medidas do RBI, aponta MUFG

A MUFG analisa as novas medidas do Banco Central da Índia e do governo, que podem gerar cerca de US$40 bilhões em entradas. A rupia deve se fortalecer no curto prazo, com USD/INR perto de 94,00 até o terceiro trimestre.


Cruzamentos do NOK ganham suporte com postura do Norges Bank – BBH

A análise do BBH indica que a inflação norueguesa pode acelerar o próximo ciclo de alta de juros do Norges Bank. Apesar da força do dólar, a coroa norueguesa (NOK) pode se destacar nos cruzamentos devido a melhores termos de troca e espaço fiscal.





Fed pode manter pausa prolongada após dados robustos dos EUA, aponta UOB

A UOB revisa as expectativas para a política monetária dos EUA. Dados de emprego mais fortes que o esperado e preços do petróleo elevados reduzem as apostas em cortes de juros em 2026. Agora, a instituição projeta uma pausa prolongada até 2027, com possíveis cortes apenas no segundo semestre do ano que vem.