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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

BoC mantém juros e adota tom de vigilância; RBC projeta estabilidade até 2027

O Bank of Canada (BoC) manteve a taxa overnight em 2,25%, sinalizando estabilidade enquanto houver folga na economia. Analistas do RBC preveem que os juros permaneçam inalterados em 2026, com possíveis altas apenas em 2027. Riscos geopolíticos e tarifas comerciais dos EUA permanecem no radar da autoridade monetária.


Ouro despenca com alta do petróleo e Treasuries no radar antes do Fed

O preço do ouro recuou mais de 1% nesta quarta-feira, pressionado pela escalada do petróleo e pelo salto nos yields dos Treasuries. Com o WTI acima de US$ 100, o mercado recalibra apostas para os juros americanos, enquanto aguarda a coletiva de Jerome Powell e novas sinalizações do Fed.



USD/JPY rompe barreira de 160 e atinge máxima de um mês antes de decisão do Fed

O par USD/JPY superou o nível psicológico de 160,00, atingindo o maior patamar em um mês. O movimento reflete a força do dólar antes da reunião de política monetária do Federal Reserve, enquanto o mercado monitora possíveis intervenções do Banco do Japão para conter a desvalorização do iene.




BoC mantém juros, mas Macklem deixa porta aberta para novos apertos

O Bank of Canada (BoC) manteve a taxa de juros em 2,25%, adotando uma postura de cautela. Embora a economia mostre sinais de desaquecimento, a inflação resiliente e o crescimento salarial persistente impedem um viés dovish, mantendo a possibilidade de novas altas caso os preços de energia continuem elevados.


NZD/USD sob pressão: Cautela do Fed e tensões no Irã impulsionam o dólar

O par NZD/USD opera em queda nesta quarta-feira, pressionado pela aversão ao risco global. Investidores aguardam a decisão de política monetária do Federal Reserve, enquanto as tensões geopolíticas envolvendo o Irã e o Estreito de Ormuz elevam a demanda pelo dólar como ativo de proteção, prejudicando moedas sensíveis ao risco.



WTI dispara para US$ 102 com temores de bloqueio e incertezas na OPEP

O petróleo WTI atingiu a máxima de três semanas, operando próximo a US$ 102. A alta é impulsionada por temores de um bloqueio prolongado no Estreito de Ormuz e pela saída inesperada dos Emirados Árabes Unidos da OPEP, gerando instabilidade no controle da oferta global de energia.