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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Schnabel (BCE): Juros precisam subir mais para conter inflação em 2%

Isabel Schnabel, membro do Conselho do Banco Central Europeu (BCE), sinalizou que a política monetária ainda não atingiu seu pico. Segundo suas declarações, os juros precisarão de novos aumentos para garantir que a inflação retorne à meta de 2% no médio prazo, apesar de melhorias recentes.


Dólar Americano: Rally em Pausa Antes de Dados Cruciais de Inflação

O rali de alta do Dólar Americano (USD) encontra uma pausa nesta quinta-feira, após atingir máximas de 13 meses. Investidores aguardam a divulgação de dados importantes de inflação nos EUA, como o Índice de Preços do Consumo Pessoal (PCE), que podem influenciar a trajetória futura da moeda e das políticas monetárias.


Libra Esterlina: Risco de Queda para 1.3110 contra o Dólar Americano – UOB

Analistas do UOB alertam para a possibilidade de a Libra Esterlina (GBP) cair em direção a 1.3110 contra o Dólar Americano (USD). Após uma breve queda abaixo de 1.3160, o par GBP/USD recuperou, mas a perspectiva de curto a médio prazo permanece cautelosa, com resistência em 1.3245.


Ouro: Reprecificação de juros afeta apelo de porto seguro, aponta BNY

O ouro rompeu a marca de US$ 4.000/onça, sofrendo desde meados de março. A análise do BNY indica que a alta dos juros globais e o declínio das preocupações com desvalorização da moeda pressionam o metal. A recuperação do ouro dependeria de uma perda de credibilidade fiscal e monetária.





Euro em Queda Livre: Par EUR/USD Testa Suporte Crítico de 1.1325, Segundo UOB

O par EUR/USD viu sua tendência de baixa se estender até 1.1324, com analistas do UOB indicando consolidação entre 1.1330 e 1.1385. Persiste a expectativa de maior desvalorização do Euro nas próximas semanas, mas um fechamento diário abaixo de 1.1325 é crucial para confirmar a queda rumo a 1.1280.


Ações: Lucros de Tecnologia Compensam Volatilidade do Petróleo – Danske Bank

O Danske Bank destaca que os lucros corporativos de tecnologia estão impulsionando o mercado de ações, enquanto a volatilidade do petróleo gera alívio para os consumidores. A resiliência do setor tech e a queda nos preços do petróleo são vistos como fatores chave para o desempenho futuro das ações globais.