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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.



Fed’s Logan: Próxima decisão de juros pode ser corte ou alta

Lorie Logan, presidente do Federal Reserve Bank of Dallas, afirmou que a Fed não deve dar orientações que sugiram alívio monetário agora. Ela destacou que a próxima mudança nos juros pode ser um corte ou uma alta, com a perspectiva econômica muito incerta.





Irã envia nova proposta aos EUA, segundo fontes

Fontes iranianas indicam que o Irã apresentou uma nova proposta para encerrar o conflito, respondendo às emendas dos EUA por meio de mediadores paquistaneses. O dólar americano enfraqueceu com a notícia, enquanto os futuros do S&P 500 subiam ligeiramente.


Hammack, do Fed: Incerteza sobre a economia e o caminho da política monetária aumentou

A presidente do Federal Reserve Bank de Cleveland, Beth Hammack, justificou seu voto dissidente contra a manutenção de um viés de afrouxamento na declaração de política, afirmando que um ‘viés claro de afrouxamento’ não é mais adequado diante do cenário atual. Ela destacou pressões inflacionárias generalizadas, resiliência econômica e riscos assimétricos para inflação e emprego.


Kashkari, do Fed: choque de preços grande o suficiente pode exigir uma série de altas de juros

O presidente do Fed de Minneapolis, Neel Kashkari, disse que um choque de preços suficientemente grande poderia colocar em risco as expectativas de inflação, exigindo uma série de aumentos de juros para manter a credibilidade do Fed em sua meta de 2%. Ele destacou que mesmo um cenário benigno, com a reabertura do Estreito de Ormuz, ainda deixaria a inflação elevada, forçando os juros a permanecerem estáveis por um período prolongado.


Ouro caminha para segunda queda semanal com apostas em juros altos por mais tempo

O ouro (XAU/USD) opera em baixa nesta sexta-feira, caminhando para a segunda queda semanal consecutiva, pressionado pelas expectativas de juros elevados por mais tempo. A alta do petróleo alimenta preocupações inflacionárias, levando bancos centrais a manterem postura cautelosa. Dados do Conselho Mundial do Ouro mostram demanda robusta no 1T26.