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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Euro: Recuperação de credibilidade fortalece o Dólar, aponta Commerzbank

O Commerzbank avalia que a alta de juros unânime do Fed em setembro restaurou temporariamente sua credibilidade e deu suporte ao Dólar, levando a uma revisão da previsão EUR/USD para 1.15 no fim do ano. No entanto, a expectativa é de que as projeções de juros nos EUA e na zona do euro sejam reduzidas em 2027, pressionando mais o USD e permitindo a valorização gradual do EUR/USD.


Iene Japonês: Pressão persiste rumo a 159,60 ante o Dólar Americano, aponta UOB

Analistas do UOB observam que o par USD/JPY subiu por cinco sessões consecutivas, atingindo 158,83. Embora o momentum permaneça positivo, os indicadores mostram condições de sobrecompra. Espera-se consolidação no curto prazo, mas há potencial para testar a resistência em 159,60 se o par se mantiver acima do suporte em 157,60.


Peso Mexicano: Postura do Banxico eleva o patamar para altas de juros, aponta BBH

O Banco do México (Banxico) manteve a taxa de juros em 6,50% pela terceira reunião consecutiva, mas removeu a orientação anterior de mantê-la fixa. A instituição ressaltou que não precisa acompanhar os aumentos esperados do Federal Reserve. Segundo Elias Haddad, do BBH, a barra para novos aumentos permanece alta se a inflação mexicana seguir as projeções.


Dólar Australiano se recupera de 0.7000 com alívio do Dólar Americano após semana forte

O Dólar Australiano (AUD) mostra sinais de recuperação, impulsionado por um recuo moderado do Dólar Americano (USD). Apesar de um leve ganho no dia, o par AUD/USD ainda se encaminha para um declínio semanal significativo, testando o nível psicológico de 0.7000. A moeda americana cede terreno após uma semana de valorização, influenciada por rendimentos de títulos do Tesouro em alta e expectativas de aperto monetário do Fed.


Dólar Americano: Juros em Alta Sustentam Força da Moeda, Avalia OCBC

Dados econômicos robustos nos EUA, inflação persistente e preços elevados de energia impulsionam os rendimentos dos Treasuries, oferecendo suporte ao dólar americano. O relatório de emprego da próxima semana é visto como um risco chave, com a possibilidade de um resultado surpreendente que reforce a perspectiva de aperto monetário pelo Fed.


Ouro sobe com dólar e yields em pausa, mas perdas semanais ainda rondam

O ouro reage modestamente após atingir mínima de uma semana, impulsionado pela pausa no avanço do dólar americano e dos rendimentos dos títulos do Tesouro. No entanto, as expectativas de um aperto monetário adicional pelo Federal Reserve (Fed) continuam sendo um obstáculo, mantendo o metal precioso sob pressão e em rota de desvalorização semanal.


Libra Esterlina: Risco de testar 1,3140 contra o Dólar Americano – UOB

Analistas do UOB alertam para a possibilidade de a Libra Esterlina testar o nível de 1,3140 contra o Dólar Americano. Apesar das condições de sobrevenda, o viés do par GBP/USD permanece de baixa, com resistência em 1,3245 e 1,3295. A superação desses níveis pode sinalizar o fim dos riscos de queda.



Dólar Americano: Diferenciais de Juros Sustentam, Mas Alta é Limitada – BBH

A recente queda nos preços do petróleo aliviou a pressão sobre os títulos globais e desacelerou a alta do dólar. Embora os diferenciais de juros nos EUA ainda ofereçam suporte, o aperto monetário de outros bancos centrais limita a divergência de políticas, restringindo o potencial de valorização da moeda americana acima de seus picos recentes.


Euro: Aumento dos spreads na França pressiona a moeda única – ING

O analista Francesco Pesole, do ING, aponta riscos de queda para o EUR/USD, com a zona de 1.1320-1.1330 como suporte crucial. Preocupações fiscais na França e a ampliação dos spreads em relação aos títulos alemães (bunds) ofuscam a resiliência econômica da Zona do Euro, cenário desfavorável para o euro no curto prazo.