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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

EUR: UE considera usar reservas russas congeladas para financiar a Ucrânia – Commerzbank

Em recentes discussões, a União Europeia avalia utilizar reservas russas congeladas como fonte de financiamento para a Ucrânia. A operação, ainda sob estudo, envolve questões legais, políticas e diplomáticas, com impactos sobre mercados financeiros, sanções e a resposta de Moscou, além da percepção pública sobre o apoio europeu à Ucrânia.


Prévia do RBA: o banco central deve adotar uma postura mais agressiva?

O mercado espera que o RBA mantenha a taxa de 3,6% e analisa o tom do comunicado e da coletiva. Embora permaneça cauteloso com a inflação, sinais de rigidez poderiam antecipar aumento de juros, dependendo das projeções, discurso de Bullock e dados de inflação futuros em 2026 para o cenário.


USD/CNH: Perspectiva para o dólar permanece negativa, segundo o UOB Group

Analistas da UOB Group indicam que a tendência para o USD em relação ao USD/CNH continua de baixa, com o yuan a manter vantagem diante de sinais de recuperação econômica chinesa. Expectativas apontam para maior sensibilidade a dados de inflação nos EUA e a decisões de política monetária internacionais relevantes.


EUR/USD se mantém firme perto de 1,1650 antes de sinais do BCE – BBH

O par EUR/USD permanece estável ao redor de 1,1650, com investidores aguardando sinais do BCE. Dados fracos ou positivos podem definir direções para a moeda única. Analistas da BBH destacam cautela ante eventos macro, destacando volatilidade reduzida e possíveis ajustes nos próximos dias. Mercados avaliam impacto de decisões e indicadores.


Kazimir do BCE: apoia manter as taxas de juros estáveis em dezembro

Um membro do BCE, Kazimir, sinalizou apoio à manutenção das taxas de juros em dezembro, destacando a necessidade de monitorar a inflação e a evolução econômica. Mesmo com sinais de desaceleração, o aperto monetário deve permanecer por tempo, até que os dados demonstrem convergência sustentada da inflação para a meta.


Dólar se consolida acima das mínimas da semana passada, segundo BBH

O dólar se manteve acima das mínimas da semana passada, conforme avaliação da BBH, enquanto investidores aguardam sinais de política monetária e dados econômicos. O movimento aponta consolidação no curto prazo, com volatilidade contida e foco em próximos anúncios do banco central e resultados macroeconômicos globais que influenciam os mercados.


CNY: Yuan mais forte não freia o ímpeto das exportações da China, diz Commerzbank

Apesar da valorização do yuan ante moedas globais, analistas destacam que o desempenho das exportações chinesas permanece resiliente. A Commerzbank aponta fatores como demanda externa robusta e cadeias de suprimentos estáveis que ajudam a sustentar o impulso, mesmo com uma moeda mais forte, sinalizando equilíbrio no prazo. Mercados observam impactos.


Kazimir do BCE: não vejo motivo para alterar as taxas nos próximos meses

Em recente fala, Kazimir afirma que não há razão para alterar as taxas nos próximos meses, especialmente em dezembro. A passagem de cortes ou ajustes de políticas a partir de variações modestas traz incerteza desnecessária. O foco permanece vigilante aos riscos de inflação e à necessidade de certa cautela permanente.


NZD/USD: Provável teste de 0,5800 antes de recuar, segundo o UOB Group

O par NZD/USD pode testar a região de 0,5800 no curto prazo, conforme a análise do UOB Group. Caso haja resistência, espera-se recuo para zonas de suporte próximas, com sinais de consolidação. Traders devem acompanhar dados econômicos e eventos globais que possam impactar o dólar neozelandês nas próximas sessões viáveis.


USD/JPY deve oscilar entre 154,80 e 155,80, aponta Grupo UOB

O USD/JPY deve permanecer dentro de uma faixa estreita, com suporte próximo de 154,50 e resistência em torno de 155,90, segundo o Grupo UOB. Movimentos limitados refletem cautela sobre dados econômicos próximos e decisões de política monetária. Traders observam a direção do dólar frente ao iene, buscando confirmação técnico hoje.