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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.


Confiança do Consumidor na Nova Zelândia atinge 94,6 em setembro (anterior 92,0)

O índice de confiança do consumidor na Nova Zelândia saltou para 94,6 em setembro, ante 92,0 em agosto, sinalizando otimismo moderado apesar de dados de crescimento fracos. Analistas observam mudanças na política monetária e destacam que decisões futuras podem depender de novos números do PIB e de próximos comunicados oficiais.


Mais sobre TikTok: Trump aguarda aprovação da China

Trump assinou uma ordem para aprovar um acordo de 14 bilhões de dólares que manterá o TikTok operando nos EUA, com ByteDance possuindo menos de 20% e Oracle, Silver Lake e MGX Fund controlando a maior parte. O entendimento transfere o algoritmo de recomendações para autoridades americanas, mantendo produção doméstica nacional.



A saga interminável do TikTok continua: Trump diz ter assinado uma ordem executiva

O conflito em torno do TikTok ganha novos contornos à medida que Trump afirma ter assinado uma ordem executiva, visando consolidar investimentos americanos, segurança de dados e apoio chinês. Enquanto especialistas divergem, as manchetes sugerem parcerias, negociações de bilhões e possíveis garantias de conformidade regulatória. O futuro permanece incerto ainda.


União Europeia deve impor tarifas de 25% a 50% sobre o aço chinês

Com a previsão de tarifas entre 25% e 50% sobre o aço chinês, a União Europeia avalia medidas para proteger a indústria local. A informação, reportada pelo Handelsblatt, cita autoridades da UE e não detalha prazos específicos, enquanto a Reuters apenas confirma a ausência de detalhes adicionais ainda sem divulgação.





Banxico corta taxas em 25 pontos-base para 7,50% e mira novo ciclo de afrouxamento

Banxico reduziu a taxa básica em 25 pontos-base, levando-a a 7,50%. A decisão, com voto dividido, aponta continuidade do ciclo de afrouxamento. O banco ressaltou impactos da inflação, da atividade fraca e de mudanças globais em políticas comerciais no neutro cenário econômico mexicano e perspectivas de crescimento mais estáveis frente