Os mercados emergentes continuam a enfrentar pressão no carry trade à medida que as condições de política monetária global se tornam mais restritivas. O custo de financiamento sobe, e a curva de juros fica mais sensível a choques de dados.
Contexto atual
Investidores observam sinais de aperto por parte de bancos centrais, inflação persistente e crescimento desigual, o que aumenta a volatilidade dos mercados e reduz a atratividade do carry tradicional.
Impactos para investidores
- Riscos cambiais mais pronunciados e flutuações de paridades.
- Prêmios de risco mais altos em dívidas de mercados emergentes.
- Fluxos de capital mais sensíveis a dados macro e políticas públicas.
Estratégias recomendadas
- Diversificação regional e setorial para reduzir dependência de uma única economia.
- Gestão de duração para mitigar sensibilidade a mudanças de juros.
- Hedge cambial estratégico para reduzir volatilidade de retornos.
- Foco em emissores de alta qualidade com balanços sólidos.
Visão da BNY Mellon: a equipe de pesquisa aponta que o cenário exige disciplina na gestão de risco, monitoramento de dados de inflação e crescimento, e seleção cuidadosa de oportunidades em mercados emergentes com fundamentos resilientes.

