Bancos centrais da América Latina estão adotando trajetórias distintas diante de novos riscos de inflação. O ciclo de afrouxamento parece ter chegado ao fim no Chile e no Peru, enquanto o banco central do México pode deixar passar mais um corte caso as tensões no Oriente Médio se dissipem.
Posições de política monetária
O Banco Central do Brasil iniciou um processo gradual de afrouxamento, com ajuste menos acelerado do que o inicialmente esperado.
Por outro lado, a Colômbia aparece como exceção: deve ser o único grande banco central da região a elevar as taxas de juros de curto prazo.
A política fiscal permanece predominantemente restritiva em muitos países da América Latina.