Jan von Gerich, da Nordea, observa que a fraqueza recente das ações não elevou o dólar, sugerindo que o papel tradicional de refúgio seguro não é tão dominante quanto antes. Ele vincula isso às reações de mercado em torno do conflito no Oriente Médio, onde o petróleo e os rendimentos respondem mais, enquanto a resposta do USD a episódios de aversão ao risco parece mais contida do que em crises anteriores.
Fluxos de aversão ao risco passam longe da força do dólar
Vale notar que a mais recente queda nos preços das ações não estimulou o dólar a se valorizar, sugerindo que, mesmo que o dólar tenha mantido algum apelo de segurança, seu papel não é mais o mesmo de antes.
As grandes oscilações nos mercados financeiros continuam à medida que o conflito no Oriente Médio evolui, com comentários bastante contraditórios sobre a perspectiva para o fim da guerra.
Algumas negociações parecem ter começado durante a semana e propostas de paz foram apresentadas, mas as partes continuam distantes e a incerteza permanece elevada.