O ouro continua a ser a aposta principal de longo prazo da Goldman Sachs, com o metal precioso superando novos patamares e sinalizando uma recuperação mais ampla na demanda global. A escalada recente vem após o rompimento da faixa de negociação do segundo trimestre, entre 3.200 e 3.450 dólares por onça.
Analistas apontam que a alta foi impulsionada principalmente por três vetores de demanda: elevações marcantes nas participações de ETFs no ocidente, demanda renovada de bancos centrais após o recuo de verão e, em menor escala, posicionamento especulativo mais forte.
A instituição mantém a leitura otimista, com riscos de alta aos seus prognósticos existentes de 4.000 dólares por onça até meados de 2026 e 4.300 dólares até dezembro de 2026. Observam que fluxos especulativos não foram o motor principal da recente elevação, sugerindo que o suporte deverá ser mais duradouro, sustentado por ETFs e pela demanda de bancos centrais.