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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

WTI sobe quase 8% em direção aos US$100 com bloqueio dos EUA ao Estreito de Hormuz

WTI abriu a semana em alta, valorizando-se cerca de 8% e buscando retomar a marca de US$100 por barril. O movimento foi impulsionado pela reativação do conflito entre EUA e Irã, após negociações de paz falharem, com Trump anunciando bloqueio de portos iranianos e do Estreito de Hormuz, segundo fontes.



Trump avalia ataques limitados ao Irã após o colapso das negociações

Relatórios indicam que assessores da Casa Branca avaliam retomar ataques militares limitados ao Irã, acompanhado pelo bloqueio do Estreito de Hormuz, para romper o impasse nas negociações de paz. Também se discute uma campanha de bombardeio mais ampla, menos provável, ou uma medida bloqueadora temporária para pressionar aliados e parceiros.



EUR/USD enfrenta queda com aversão ao risco após fracasso das negociações EUA-Irã

EUR/USD recua em sessão de aversão ao risco, após o fracasso das negociações EUA-Irã; o par opera próximo de 1,1670 durante a sessão asiática, após abrir em queda na segunda-feira. Comentários oficiais elevam a cautela, com negociações enfraquecidas e tensões no Estreito de Hormuz aumentando a incerteza no mercado global.


Dólar Australiano abre gap negativo: EUA e Irã não chegam a acordo de paz

O AUD/USD recua após a abertura em gap, perdendo tração na sessão asiática, com o humor de risco pressionado pelas negociações entre EUA e Irã. A alta de preços, as perspectivas de política monetária australiana e a incerteza geopolítica sustentam a volatilidade e moldam a direção da moeda australiana hoje.




China: pressões inflacionárias ganham força com energia, segundo ING

Economista-chefe da ING para a Grande China aponta que a inflação ao consumidor caiu, mas o PPI voltou a entrar no positivo. Custos com energia e combustíveis de transporte elevam as pressões inflacionárias, indicando possível reflation e uma gradual reversão das expectativas deflacionárias na China nos próximos meses à frente.


Malásia: PIB sólido e inflação contida – DBS

Projeta-se que o PIB da Malásia avance 5,5% no 1T26, sustentado pela manufatura voltada para exportação de eletrônicos, pelos ventos da IA global e por demanda doméstica impulsionada pela construção; a inflação deve recuar para 1,7% em março, com subsídios fiscais amortecendo pressões de alimentos e energia em serviços adicionais.