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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Dólar Neozelandês em Banho-Maria: Fed e Irã Ponderam o Futuro

O Dólar Neozelandês (NZD) mostra hesitação, mesmo com um Dólar Americano (USD) enfraquecido. A cautela é impulsionada por renovadas esperanças de diplomacia no Irã e pela iminente decisão do Federal Reserve (Fed) sobre as taxas de juros, criando um cenário de incerteza para os investidores.



Libra Esterlina: Riscos de Queda com Dados Britânicos Mais Fracos, Aponta HSBC

A Libra Esterlina enfrenta riscos de desvalorização devido a dados econômicos do Reino Unido que vieram abaixo do esperado. A análise do HSBC sugere cautela, com indicadores apontando para um cenário de menor crescimento e potencial pressão sobre a moeda britânica nas próximas semanas.


Libra Esterlina cede terreno frente ao Iene Japonês antes de decisões de bancos centrais

A Libra Esterlina (GBP) perde força contra o Iene Japonês (JPY) em meio à expectativa pelas decisões de política monetária do Banco da Inglaterra (BoE) e do Banco do Japão (BoJ). Analistas preveem que ambos os bancos centrais manterão as taxas de juros inalteradas, mas preocupações fiscais no Reino Unido e a fraqueza estrutural do iene limitam os movimentos do par GBP/JPY.


Pedidos de Bens Duráveis nos EUA Crescem Apenas 0,3% em Junho, Abaixo das Expectativas

Os pedidos de bens duráveis nos Estados Unidos apresentaram um crescimento modesto de 0,3% em junho, ficando significativamente abaixo da projeção de 1,6%. Este resultado, divulgado pelo US Census Bureau, indica uma desaceleração na demanda por bens manufaturados, impactando a percepção sobre a força da economia americana.


Rublo Russo: Credibilidade do Banco Central em Risco Após Corte de Juros, Avalia Commerzbank

O Commerzbank levanta preocupações sobre a credibilidade do Banco Central da Rússia (CBR) após a decisão de cortar a taxa de juros para 14,0%, mesmo com a elevação da projeção de inflação para 2026. A análise sugere que a medida pode indicar pressão política, mas o impacto no câmbio é visto como limitado devido à natureza artificial das taxas.


Moças do Leste Europeu: Geopolítica mais amena favorece moedas de maior beta, segundo ING

A tensão geopolítica em queda e dados econômicos promissores na Europa Central e Oriental (CEE) podem impulsionar moedas de maior beta, como o Forint Húngaro (HUF) e o Zloty Polonês (PLN). O ING projeta melhora no PIB da República Tcheca e Hungria, enquanto a inflação polonesa deve acelerar. A Coroa Tcheca (CZK) pode enfrentar pressão.


Petróleo: Queda nos preços alivia riscos de inflação, aponta OCBC

A moderação nos preços do petróleo, impulsionada pela diminuição das tensões Irã-EUA, aproxima o mercado do cenário de tendência de queda gradual, segundo o OCBC. Analistas preveem que a redução do custo do barril aliviará pressões inflacionárias e beneficiará parcialmente os títulos globais, com impactos limitados em ações e câmbio.


Fed em Pausa Estendida, Mas Risco de Alta de Juros Cresce – UOB

Estrategistas do UOB preveem que o Federal Reserve (Fed) manterá a taxa de juros inalterada em 3,50%-3,75% em julho. A expectativa base é de uma pausa estendida até 2026, com cortes apenas em 2027. No entanto, o mercado precifica uma probabilidade crescente de alta de 25 bps devido aos riscos inflacionários impulsionados pelo petróleo.


Dólar Americano: Incertezas do Fed freiam força da moeda, aponta MUFG

A força do Dólar Americano (USD) tem sido moderada por um cenário de incertezas em relação às próximas decisões do Federal Reserve (Fed). A atenuação das tensões no Oriente Médio e a queda do petróleo abaixo de US$90 reduziram os temores de inflação impulsionada pela energia, impactando as expectativas de alta de juros.