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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.


WTI volta a subir acima de US$ 90 em meio a tensões no Oriente Médio e riscos de oferta

Análise: o WTI volta a superar US$ 90, impulsionado por temores de oferta, tensões no Oriente Médio, interrupções na infraestrutura iraniana, ataques a gasodutos, fechamento do estreito de Hormuz e expectativas de inflação; investidores observam política monetária dos EUA, dólar mais forte e impactos globais no mercado de energia global.



PBOC fixa taxa de referência USD/CNY em 6,8943, ante 6,9041 anterior

O Banco Popular da China fixou a taxa central USD/CNY para a sessão de negociação, em 6,8943, frente a 6,9041 do ajuste anterior e 6,8840 estimado pela Reuters. A determinação aponta para diretrizes de política monetária e influencia o câmbio do Renminbi. Mercados acompanham atentos as próximas divulgações oficiais.


Katayama diz plano de orçamento temporário de 11 dias

Ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, anunciou a elaboração de um orçamento temporário de 11 dias, financiado com 800 bilhões de ienes em reservas para subsídios à gasolina, com promessas de rápida aprovação parlamentar e vigilância sobre a volatilidade cambial que pode afetar a vida das pessoas no futuro.



UE e Austrália fecham acordo comercial para fortalecer laços

UE e Austrália fecharam um acordo de livre comércio e reforço de parceria, encerrando quase uma década de negociações. O acordo prevê redução de tarifas em minerais, eliminação de tarifas para grande parte de produtos europeus e maior espaço para exportações mútuas, contribuindo para relação comercial mais estável entre ambos.


Irã nega negociações com EUA após declarações de Trump

O Irã afirmou não haver diálogo com os EUA, negando negociações após as declarações de Trump. O Parlamento reiterou a indisponibilidade de negociações, e autoridades militares disseram que o conflito pode continuar até que danos sejam compensados. Enquanto isso, o mercado reagiu com quedas e altas no petróleo hoje também.


RBNZ Breman diz que inflação deve subir no curto prazo, com impacto no crescimento

O governador do Banco da Nova Zelândia, Anna Breman, sinaliza inflação mais alta no curto prazo, impulsionada por choques de energia, com impactos limitados no crescimento. Ela afirma que o banco está pronto para agir se riscos de inflação no médio prazo aumentarem e que condições financeiras estão se ajustando.