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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

Zona do euro: Crescimento suave, mas ainda resiliente – Societe Generale

Economistas do Societe Generale destacam que a atividade da zona do euro em fevereiro ficou levemente abaixo do esperado, ainda dentro da faixa normal, com desemprego em 6,2%. A Alemanha reduz vagas industriais; França viu consumo despencar, embora as projeções de crescimento do PIB francês em 1T permaneçam positivas também.


Ouro: queda de curto prazo antes da recuperação no fim de 2026, segundo TD Securities

Estratégistas da TD Securities veem ouro e prata passando por correção adicional, à medida que o conflito no Oriente Médio sustenta expectativas inflacionárias e atrasa cortes do Fed. Custos de oportunidade elevados e menor capital regional pesam curto prazo, mas o ouro pode superar 5.000 dólares até 2026 no cenário.


EUR: Choque de guerra e energia complicam a perspectiva do BCE, aponta a BNY

A notícia analisa como o choque energético, aliado à guerra no Irã, aumenta os riscos para o euro e pode abrir caminho para reajustes de juros do BCE já em abril, com impactos potenciais em salários, margens, expectativas de inflação e dinâmica econômica e afetando planejamento de empresas e famílias.


CAD: pressionado antes de recuperação potencial no final de 2026 – NBC

Economistas do NBC dizem que o CAD resistiu inicialmente à alta do petróleo, ganhou terreno após o petróleo atingir 100 dólares, mas recuou frente ao dólar americano. A balança de comércio de energia protege o país, mantendo o CAD vulnerável até negociações comerciais mais claras entre EUA e Ottawa agora.


BCE: Aumentos adiantados no horizonte – Nordea

Analistas do Nordea indicam que o BCE deve priorizar a inflação, não o crescimento, diante do conflito no Oriente Médio e de pressões de preços. Prevêem quatro aumentos de 25 pontos-base, com a taxa de depósito atingindo 3% em outubro e permanecendo ali até 2027, com riscos de ajustes rápidos.



SEK: Inflação mais fraca pode atrasar os aumentos do Riksbank

Analistas da TD Securities observam que o CPIF sueco e o CPIF sem energia recuaram em março, impulsionados pela queda em Alimentos e Lazer. A inflação mais fraca pode manter o Riksbank em pausa por mais tempo, a menos que o recuo seja rapidamente revertido ao custo da janela monetária.


Guerra no Irã pode elevar a inflação medida, aponta o Fed

Um dirigente do Federal Reserve de Nova York afirmou que a tensão no Irã pode elevar a inflação geral nos EUA. Entre previsões, esperam-se avanços moderados na inflação subjacente, com tarifas e produtividade influenciando o cenário, enquanto o mercado reage com variações moderadas do dólar e perspectivas de crescimento estáveis.


Pedidos de Bens Duráveis nos EUA caem 1,4% para US$315,5 bilhões em fevereiro

Em fevereiro, os pedidos de bens duráveis nos EUA recuaram 1,4%, totalizando 315,5 bilhões de dólares, segundo o censo. O recuo ficou aquém das previsões, impulsionado por equipamentos de transporte, enquanto pedidos fora de defesa variaram. O dólar manteve trajetória estável diante da divulgação na ocasião sem grandes oscilações cambiais.


RBNZ: Espaço limitado diante do choque energético pressiona o NZD – BBH

BBH projeta que o RBNZ manterá o OCR em 2,25% e revisará crescimento e inflação. Apesar da ociosidade, a inflação elevada e o prêmio de mercado para aperto limitam a margem de manobra. Um choque energético prolongado provavelmente manterá o NZD defensivo diante das principais moedas globais no curto prazo.