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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

China: Desempenho do mercado interno reestrutura exposição à IA, aponta HSBC

O HSBC Asset Management destaca que ações emergentes foram resilientes em 2026, com divergência entre mercados chinês interno e externo. Enquanto o índice MSCI China cai, o China A Index sobe, impulsionado por tecnologia e indústria. Apoio político e renminbi mais forte podem melhorar o sentimento.





Dívida do Japão é superestimada? Commerzbank vê riscos exagerados

Analista da Commerzbank argumenta que preocupações com a dívida japonesa são exageradas. Apesar do orçamento suplementar de 3,1 trilhões de ienes, o país tem posição fiscal mais sólida que pares do G-10, com dívida líquida menor e projeção de queda.


Libra fica à deriva, refém dos payrolls americanos

A Libra esterlina não tem dados domésticos relevantes na agenda da semana, tornando o GBP/USD um reflexo puro do dólar. O foco está nos payrolls americanos de sexta-feira, que serão o principal catalisador para o par cambial, com o mercado aguardando sinais sobre a política do Fed.


Moedas do Leste Europeu: Início cauteloso com o HUF ainda em destaque – ING

A ING prevê um início cauteloso para as moedas do Leste Europeu, apesar do sentimento positivo. A Hungria ainda tem espaço para cortes de juros, enquanto Polônia e República Tcheca têm pouca margem para novas altas. O EUR/HUF atingiu mínima de quatro anos, com alvo de 350 para o meio do ano.



Dólar neozelandês sobe com o Falcão do RBNZ na semana de payrolls

O Dólar neozelandês (NZD) enfrenta uma semana decisiva, impulsionado por um Banco Central mais hawkish, enquanto os dados de emprego dos EUA dominam o cenário. O NZD/USD mantém suporte acima de 0,5900, mas a volatilidade pode aumentar com os payrolls.


China: desaceleração moderada com suporte político modesto – BNP Paribas

O BNP Paribas projeta uma desaceleração moderada do PIB chinês em 2026, com crescimento em trajetória K. As autoridades mantêm políticas fiscais e monetárias de suporte, porém modestas. A pressão deflacionária deve diminuir, impulsionada por preços globais de energia e medidas anti-involução.