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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.

AUD/USD: Suporte em 0.7120 sob análise – UOB

O par AUD/USD testa o suporte em 0.7120 após queda impulsionada por dados fracos do PIB australiano. Analistas da UOB destacam que condições de sobrevenda podem limitar novas quedas, mas o cenário técnico ainda aponta para níveis mais baixos. A manutenção abaixo de 0.7120 pode alvo 0.7095.


S&P 500: Preocupações com IA pesam sobre as ações – Deutsche Bank

O S&P 500 registrou queda após nove dias de alta, impulsionado por preços do petróleo em alta, expectativas de juros mais altos e notícias negativas sobre IA. A Deutsche Bank aponta que a previsão de receita de chips da Broadcom ficou abaixo das estimativas, pressionando o mercado de ações global.


Libra enfrenta pressão frente ao Iene com receio de intervenção cambial

A Libra Esterlina recua para perto de meados de 214,00 frente ao Iene Japonês, impulsionada por especulações de nova intervenção das autoridades. O movimento de recuo do GBP/JPY é sustentado por fatores técnicos e expectativas de política monetária, mantendo o par sob pressão no curto prazo.



NZD/USD: Paridade cai para perto de 0,5850 após romper médias móveis

O NZD/USD estende as perdas para o quarto dia consecutivo, negociando perto de 0,5860. A análise técnica diária mostra o preço lateral dentro de um padrão retangular, indicando consolidação. A paridade mantém viés de baixa, abaixo das médias móveis exponenciais, com o RSI de 14 dias abaixo de 50.


Dólar: Riscos de desalinhamento cambial na Ásia do Norte – BNY

Geoff Yu, da BNY, alerta que o dólar se fortaleceu mais contra uma cesta de importação da Ásia do Norte do que contra moedas tradicionais, o que pode impactar a inflação dos EUA. CNY, JPY, TWD e KRW estão defasados em relação aos fundamentos, apesar dos superávits comerciais.




Ouro: Bancos centrais retomam compras líquidas – ING

Bancos centrais voltaram a comprar ouro líquido em abril, após vendas em março, segundo World Gold Council. Polônia liderou compras, China acumula há 18 meses, enquanto Rússia segue vendedora. ING destaca movimento do setor oficial.