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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.



WTI recua com aumento de produção da OPEP+; sanções russas oferecem apoio parcial

O WTI recua diante do aumento de produção da OPEP+, que amplia a oferta global de petróleo. Mesmo com sanções contra a Rússia oferecendo apoio parcial, o mercado permanece contido. Analistas dizem que a volatilidade deve seguir enquanto dados de estoques, demanda e geopolítica influenciam o humor dos investidores globais.


EUR/USD mantém ganhos modestos enquanto mercados aguardam decisão sobre a taxa de juros do Fed

O par EUR/USD segue com ganhos modestos, enquanto mercados aguardam a decisão do Fed sobre a taxa de juros. Analistas apontam cautela diante dados recentes, balanços de risco e sinalizações de política monetária. Traders observam níveis técnicos próximos a resistência e suporte, com volatilidade pressionada por novidades econômicas em breve.


WSJ: Trump busca reduzir tarifas sobre o fentanil

Relatos indicam que Washington e Pequim discutem reduzir a tarifa sobre fentanil de 20% para cerca de 10%, condicionada a controles mais rigorosos de exportação de precursores. A medida reduziria a tarifa média sobre bens chineses, aumentaria a competitividade da China e facilitaria a retomada de compras de soja americana.


Primeiro-Ministro de Israel, Netanyahu, autoriza ataques militares imediatos a Gaza

O Primeiro-Ministro de Israel, Netanyahu, autorizou o Exército a realizar ataques contra Gaza de forma imediata, elevando o tom da tensão na região. A medida surge em meio a incertezas geopolíticas, enquanto mercados reagem ao noticiário sobre segurança, com o preço do petróleo estável próximo de US$60,14 por barril global.





EUA firmam parceria de US$ 80 bilhões para construir 10 grandes reatores nucleares

Anos após Fukushima, ficou claro que a energia nuclear é o caminho para eletricidade limpa, abundante e confiável. O governo dos EUA anunciou um acordo de US$ 80 bilhões com a Westinghouse para construir dez reatores nucleares, com medidas para acelerar construção até 2030 e fortalecer a soberania energética americana.