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Fique por dentro das principais notícias que movimentaram os mercados.





Opções de FX: vencimento em 31 de outubro e o corte de Nova York

As operações de opções de câmbio para o vencimento de 31 de outubro se aproximam, com o corte de Nova York influenciando liquidez, volatilidade e estratégias. Traders observam impactos potenciais em pares como EUR/USD, USD/JPY e GBP/USD, buscando previsões de volatilidade, hedging e oportunidades de arbitragem no mercado global FX.


Gai do RBNZ: tarifas dos EUA são um choque de demanda negativo para a Nova Zelândia

Economista do RBNZ aponta que tarifas dos EUA atuam como choque de demanda negativo para a Nova Zelândia, elevando incerteza global, reduzindo as exportações do país e pressionando o crescimento. A mensagem destaca vulnerabilidades externas, possível desaceleração do comércio e impactos sobre inflação e câmbio kiwi no curto prazo global.


Resumo: inflação de Tóquio acelera para 2,8%, impulsionando apostas em alta da taxa do BoJ

Resumo: em Tóquio, a inflação acelerou para 2,8% em outubro, superando previsões e mantendo o BoJ sob pressão por novas altas de juros. O incremento foi puxado por alimentos, com arroz subindo 38%, enquanto serviços permaneceram contidos. Dados secundários indicam recuperação da indústria e desemprego estável para a economia global.


Gai do RBNZ: Tarifas dos EUA provocam choque de demanda negativo na Nova Zelândia

Prasanna Gai, membro do Comitê de Política Monetária do Banco Central da Nova Zelândia, afirma que tarifas americanas provocaram um choque de demanda negativo para a economia pequena e dependente de comércio, ampliando obstáculos ao crescimento já existentes e ofuscando os efeitos de medidas de flexibilização monetária promovidas desde 2024.


China amplia 200 bilhões de yuan em nova cota de títulos locais para estimular investimentos

China ampliou em 200 bilhões de yuan a quota de títulos locais, buscando impulsionar investimentos e fortalecer finanças regionais. A medida integra um fundo de 500 bilhões de yuan para sustentar despesas de infraestrutura, com autoridades mantendo a confiança nas metas de desenvolvimento econômico, apesar das variações entre regiões concretas.